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Visit Zandvoort & SPA F1 Circuits Circuitos de F1 – Zandvoort & SPA

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Visit Zandvoort & SPA F1 Circuits

So, you’re an F1 fan in central Europe? Well congratulations, you’ve come to the right place, because there is nowhere else on Earth with as many circuits in a relatively small area. This is because the juggernauts of the European motoring market all originate from this part of Europe, your VWs, Peugeots, and whatever Renault is pumping out these days all have roots in this region.

Belgium and the Netherlands are no different, sure they might not have a manufacturing giant like their neighbours, however, car culture is very much present around those parts, even if for different reasons.

Let’s start with the Netherlands first. Now this country is an absolute joke of a place (in a good way, please don’t come after me dutchies). This reflects in the approach they have to car racing: full balls to the wall, pedal to the metal, Collin McRae style, straight out of Dukes of Hazard (they like the colour orange after all). The circuit I visited there was Zandvoort, around an hour’s drive away from Amsterdam, and I think the best way to describe it is by delving into the mind of a Dutchman since the track was designed by one. Picture this: our good track designer friend goes down the street to the pub with his mates and says “Lads, how should I make this track?”. Now the one guy in the corner, who got there earlier and has already had some extra beers says “Uhm just give it like banked corners kinda like the Americans do.” Then the short fella on the left side of the table stands up and says “Nonono, you should give it elevation changes and fast corners, that’s what drivers like the most.” “Then the one guy who’s just there to run away from his wife says, “Oh and you should make it near the beach, so that after the race is over you can just go for a sunbath.”. Finally the bartender, who was, as usual, eavesdropping the conversation adds, “You gotta make a BTT track around it as well, just for the laughs.” After this, our designer friend goes home and after about 5 seconds thinks to himself. “Why not add all of those?”. And thus, Zandvoort was born, a track so insane it was an instant hit.

 

 

It was the host for the Dutch GP from the 60s to the late 70s until it became obsolete due to the lack of updates and maintenance. Fortunately, it was recently renovated and brought back to its full glory. It is the Gen Z incarnate of racetracks, the iPhone X of the motoring world. It is ideal for new motorsport fans to get the daily adrenaline rush, and you don’t even have to drive around it! I was lucky enough to visit it on a day when cars were being raced around it and it looked like the most fun thing in the world. You can rent the whole thing for a day and take part in activities such as slalom, drag racing and karting, but most importantly driving a supercar around of the best tracks in Europe, sign me up! Even if your funds are somewhat lacking you can enter the track itself ( obviously not the asphalt) and visit the pitlane and take a short break at the bar ( who else but the Dutch to build a bar on a race track), or you can take a walk around it through the dirt tracks that surround it, just beware of bikes, these people will NOT slow down if you’re in their path. All in all, a very entertaining experience and most definitely recommend it.

Now onto Belgium, and this is a country which is the home to, in my opinion, the most historic racetrack in the world. If you’re willing to make the hour-and-a-half journey from Brussels to the humble village of Stavelot, you will find the great, the wonderful, the unrivalled, the iconic and the intimidating Spa-Francorchamps. I can only describe this circuit by comparing it to others. If going to Zandvoort is going to your local all-you-can-eat fast food restaurant, visiting Spa is going to a 5-star Michelin meal. It is unforgettable, it is the ethos of a racetrack.

If Zandvoort was designed by a Dutchman and his mates, Spa is the work of a renowned mathematician who calculated every corner’s angle to the millimeter. It is perfect, if you go into it thinking “Oh it’s just another track like the others” you will come out saying “That is art.”

I went on a guided tour but to be completely honest, words are unnecessary, all you need to do is take a trek around the track and witness all its greatness. If you’re lucky enough there’ll be cars doing laps around it, if so then you will ascend to a new plan of existence, and your soul will raise to the Heavens, if only for a few seconds as you hear the engines echo through the mountains. Spa is a track for the gentlemen, the refined racer or the long-time racing enthusiast. Of course, even if you are new to this motoring world, you are still more than welcome to visit this omen to racing, the cathedral of the motorcar, the pontifex of speed. Honestly, it is life-changing, and I highly recommend it, in fact, if you visit Belgium and you choose not to visit Spa, it is like choosing Dave from around the corner over Bruce Springsteen for a karaoke party.


Long story short, eastern Europe is rich in racing culture, and whether you’re an F1 fan or a drag racing enthusiast, there is always something for you around these parts, so knock yourself out.

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Visite os Circuitos de F1 – Zandvoort & SPA

F1

É fã de F1 na Europa Central? Bem, parabéns, veio ao lugar certo, porque não há outro lugar na Terra com tantos circuitos numa área tão pequena. Isso ocorre porque os gigantes do mercado automobilístico europeu são todos originários desta parte da Europa, VWs, Peugeots e tudo o que a Renault produz atualmente, todos têm origem nesta região.

A Bélgica e a Holanda não são diferentes, claro que podem não ter um gigante da indústria como os seus vizinhos, no entanto a cultura automóvel está muito presente por lá, mesmo que por razões diferentes.

Vamos começar com a Holanda primeiro. Agora, este país é uma piada absoluta de um país (no bom sentido, por favor, não venham atrás de mim, “dutchies”), em comparação com a maioria dos outros lugares do mundo, é o mais próximo de um enredo para um episódio do “The Office”, uma nação estabelecida. Isso se reflete na abordagem que eles têm das corridas de carros: pedal no metal, estilo Collin McRae, direto de Dukes of Hazard (afinal, eles gostam da cor laranja). O circuito que visitei por lá foi Zandvoort, a cerca de uma hora de carro de Amsterdão, e acho que a melhor forma de descrevê-lo é mergulhar na mente de um holandês, já que a pista foi desenhada por um. Imagine o seguinte: nosso bom amigo projetista de pista desce a rua para o bar com seus amigos e diz “Rapazes, como devo fazer esta pista?”. Agora, o amigo no canto que chegou lá mais cedo e já bebeu algumas cervejas a mais, diz “Uhm, faz apenas cantos inclinados, como os americanos fazem”. Em seguida, o baixinho do lado esquerdo da mesa levanta-se e diz: “Não, não, deves fazer mudanças de elevação e curvas rápidas, é o que os pilotos mais gostam”. “Aí o tipo que está ali só para fugir da mulher diz: “Ah, e deveria ser perto da praia, para depois da corrida irmos surfar.” Por fim, o barman, que estava, como sempre, a escutar a conversa alheia acrescenta: “Também tens que fazer uma pista de BTT à volta”. Depois disso, o nosso amigo designer vai para casa e após cerca de 5 segundos pensa consigo mesmo. “Por que não adicionar todos?”. E assim nasceu Zandvoort, uma faixa tão insana que se tornou um sucesso instantâneo

 

 

Foi o anfitrião do GP da Holanda dos anos 60 até o final dos anos 70 até se tornar obsoleto devido à falta de atualizações e manutenção. Felizmente, foi recentemente renovado e trazido de volta à sua glória total. É a encarnação da Geração Z das pistas de corrida, o iPhone X do mundo automobilístico. É ideal para os novos fãs de automobilismo sentirem a adrenalina diária, e nem precisam de conduzir! Tive a sorte de visitá-la num dia em que os carros estavam na pista e parecia a coisa mais divertida do mundo. Pode alugar tudo por um dia e participar en atividades como slalom, “drag racing” e karting, mas o mais importante é dirigir um Supercarro nas melhores pistas da Europa, inscrevam-me! Mesmo sem ser milionário, pode entrar na pista em si (obviamente não no asfalto), visitar o pitlane e fazer uma pequena pausa no bar (quem mais senão os holandeses para construir um bar numa pista de corrida), ou pode dar uma volta à pista pelos trilhos de terra que a cercam, apenas cuidado com as bicicletas, essas pessoas NÃO vão diminuir a velocidade se estiver no seu caminho. Em suma, uma experiência muito divertida que definitivamente recomendo.

 

Quanto à Bélgica, um país que abriga, na minha opinião, o autódromo mais histórico do mundo. Se estiver disposto a fazer a viagem de uma hora e meia de Bruxelas até a humilde vila de Stavelot, encontrará o grande, o maravilhoso, o inigualável, o icônico e o intimidador Spa-Francorchamps.

Só posso descrever este circuito comparando-o com outros. Se ir a Zandvoort é ir a um restaurante de “coma à vontade”, visitar Spa é uma refeição 5 estrelas Michelin. É inesquecível, é o ethos de uma pista de corrida. Se Zandvoort foi projetada por um holandês com os copos e seus companheiros, Spa é obra de um renomado matemático que calculou o ângulo de cada canto ao milímetro. É perfeito, se pensar “oh, é só mais um circuito como os outros”, sairá dizendo “Isto é arte”.

Fiz uma visita guiada, mas para ser sincero, palavras são desnecessárias, basta fazer uma caminhada pela pista e testemunhar toda a sua grandeza. Se tiver sorte, haverá carros a dar voltas à pista, se assim for, ascenderá a uma nova planície de existência, a sua alma se elevará aos céus, mesmo que apenas por alguns segundos, enquanto ouve os motores ecoarem as montanhas. Spa é uma pista para os cavalheiros, o piloto refinado ou o entusiasta de corridas de longa data. Claro, mesmo que você seja novo neste mundo do automobilismo, ainda é mais do que bem-vindo a visitar este presságio para as corridas, a catedral do automóvel, o pontífice da velocidade. Honestamente, é uma mudança de vida, e eu recomendo, de verdade, se visitar a Bélgica e optar por não visitar Spa, é como escolher o Dave da esquina em vez de Bruce Springsteen para uma festa de karaoke.


Para encurtar a história, a Europa central é rica em cultura de corridas e, seja um fã de F1, ou um entusiasta de “drag racing”, há sempre algo a acontecer aqui, surpreenda-se.

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Depot Rotterdam

Easter holidays in Belgium & Netherlands: One Week Road Trip Férias da Páscoa na Bélgica e Países Baixos ( viagem de carro – 1 semana)

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One-week Road Trip: Easter holidays in Belgium & Netherlands

This Easter holidays I was looking to take my two teenage sons on a one-week trip somewhere in Europe. I was looking for direct flights from Madeira to a destination that was reasonable for a family on a small budget and where they wouldn’t get bored, and then…I found Ryanair’s direct flights from Madeira to Brussels!

What really marked Brussels out for this trip, was the close proximity to several cities like Ghent, Rotterdam and Amsterdam while being able to make one of their dreams come true…visiting the F1 Circuit of Spa-Francorchamps.
See, this is how we planned our road trip from Brussels:

Road Trip from Brussels

road trip from Brussels

Ps- We had also planned to visit Van Gogh Museum in Amsterdam or Anne Frank’s house but it was sold out, so book as soon as possible!

In terms of accommodation, we were so blessed staying in a cousin’s home in Brussels, while getting to experience life as a local. This is for sure one of the most sustainable and authentic ways of traveling. 
Brussels

“La Cycliste” by Alain Séchas

Brussels was a surprise for me, so much to see and do!! It’s got a little bit of the best cities in Europe, with beautiful architecture, parks, cafes, restaurants, and culture, except for the weather…it rains a lot. If you’re lucky like us and get to see the city under a beautiful sun shining light, it’s just perfect!

Brussels

 

In Rotterdam we stayed in The Social Hub , a great choice if you’re a family with teens, as the whole concept is based on community life, with ping-pong tables, co-working spaces, nice affordable food, rental bicycles, and stylish bedrooms, in very close walking distance to the city’s action.

Rotterdam is one of my favorite cities in Europe. It feels like she’s always one step ahead in time…interesting architecture, full embrace of diversity and sustainability, art at unexpected places and rotterdammer’s easy going hospitality. Click here to know more about Rotterdam.

 

Amsterdam looked different this time, sunnier, less crowds, always romantic…Nothing like a Canal Tour to get to know this city. Fun & interesting facts about the old houses by the canal, one in particular had a seagull and that meant a midwife used to live in that house. No elevators, and a hook on the top to carry the furniture to each floor (you have to measure the window first…). We booked this boat tour online and got our tickets in advance (no waiting lines), plus it included some nice snacks and drinks.

Canal Tour Amsterdam

Ghent, is so beautiful…you get a romantic city with medieval buildings mixed up with a bunch of students, craft beer bars, cute shops and urban art. We used this map to walk us around the highlights of the city.

The memories made while driving from one country to another provides a memorable adventure in itself. Plus we got to visit not one, but two F1 circuits, Zandvoort (Netherlands) and SPA-Francorchamps (Belgium) which is a must for any F1 fans out there…

About the F1 experience in SPA and Zandvoort, I’ll leave it for another postpost, but both were amazing locations, but if we could only choose one, I must say that the guided tour around the Circuit of SPA- Francorchamps was unforgettable.

Conclusion: There is no doubt that exploring Brussels is on itself sure to keep teenagers engaged (wished we had more days to explore this location…) but within 1-2 hours drive you can easily visit fabulous attractions while getting to know the local lifestyle, my favorite thing about traveling.

If you’re following me on instagram, you’ve probably seen stories & tips about this trip, however here I leave you with extra tips and locations we liked:

Restaurants in Brussels: Wolf Market, Pizza Saco, Le Char D'or,
Restaurants in Rotterdam: Bazar, Prachtig, Aloha, Stockholm, Markthall
Restaurants in Amsterdam: Cafe@droog, Blue Amsterdam
Restaurants in Antwerp: Ristorante Pizzeria Nicoletta
Restaurants/Pubs in Ghent: Balls & Glory/ Dulle Griet
Museums: Magritte Museum
Shops: Le Boutique Tintin , Leonidas, Feyenoord FanShop Stadion, 
       Waterstones Amsterdam, Shop of Royal Museum of Fine Arts of Belgium 
Tours: Free Walking Tour Rotterdam, Canal Tour Amsterdam, Walking map in Ghent,
       F1 Circuit SPA-Francorchamps
I hope this post inspires you to plan a road trip from Brussels with your teens.
♥ Sofia

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Férias da Páscoa na Bélgica e Países Baixos (viagem de carro – 1 semana)

Nestas férias da Páscoa, o objetivo era simples: voos directos da Madeira para um destino que fosse razoável para uma família com um orçamento reduzido e onde 2 adolescentes não se aborrecessem. Ao pesquisar no Skyscanner, eis que surgem os voos directos da Ryanair da Madeira para Bruxelas, e ficou decidido o destino.

O motivo de eleição, (além do preço) foi a proximidade de várias cidades como Gante, Roterdão e Amsterdão, e o facto de permitir realizar um sonho dos miúdos… visitar o Circuito de F1 de Spa-Francorchamps.
Foi assim que desenhamos o nosso circuito de carro desde Bruxelas:

Road Trip from Brussels

Ps- Também tínhamos planeado visitar o Museu Van Gogh em Amsterdão e a casa de Anne Frank, mas estavam ambos esgotados, por isso reserve quanto antes!
Em termos de acomodação, ficamos muito felizes por ficar na casa de uma prima em Bruxelas, viver como um local; com certeza uma das formas mais sustentáveis e autênticas de viajar.
Brussels

“La Cycliste”, Alain Séchas

Bruxelas foi uma surpresa para mim, tanto para ver e fazer!! Tem um pouco das melhores cidades da Europa, com bela arquitetura, parques, cafés, restaurantes e cultura, exceto pelo clima… chove muito. Com alguma sorte, consegue-se ver a cidade sob sol a brilhar, simplesmente perfeito!
Brussels

Em Roterdão, ficamos no The Social Hub ,  ótima opção para uma família com adolescentes, pois todo o conceito é baseado na vida comunitária, com espaços de cowork, mesas de pingue-pongue, comida com qualidade, preços acessíveis, aluguer de bicicletas e quartos giros, a uma curta caminhada do rebuliço da cidade.

Roterdão é uma das minhas cidades favoritas na Europa. Parece que está sempre um passo à frente no tempo… arquitetura interessante, total aceitação da diversidade e sustentabilidade, arte em lugares inesperados e a hospitalidade descontraída de Rotterdammers. Clique aqui para saber mais sobre Roterdão.

Gostei ainda mais de Amsterdão desta vez, mais ensolarada, menos multidões, sempre romântica… Nada como um passeio de barco para conhecer esta cidade. Aprendemos algo divertido e interessante sobre a cidade com as suas casas antigas à beira do canal. Uma em particular tinha uma gaivota e isso significava que uma parteira morava naquela casa. Sem elevadores, e um gancho na parte superior para levar os móveis para cada andar (há que medir a janela primeiro…). Reservamos este passeio de barco online e recebemos nossos bilhetes com antecedência (sem filas de espera), além de incluir alguns aperitivos e bebidas.

Canal Tour Amsterdam

Gante é linda… uma cidade romântica com edifícios medievais misturados com a juventude dos estudantes, bares de cerveja artesanal, lojas fofas e arte urbana. Usamos este mapa para nos guiar pelos destaques da cidade.

As memórias feitas nas viagem de carro, de um país para outro, são uma aventura memorável em si. Além disso, pudemos visitar não um, mas dois circuitos de F1, Zandvoort (perto de Amsterdão) e SPA-Francorchamps (Bélgica), imperdível para qualquer fã de F1 …
Sobre a experiência da F1 em SPA e Zandvoort, vou deixar para outro postpost, mas ambas foram incríveis, mas a escolher só uma, devo dizer que a visita guiada pelo Circuito de SPA-Francorchamps foi superior.

Conclusão: Não há dúvida de que explorar Bruxelas por si só mantém dois adolescentes entretidos (pessoalmente, gostaria de ter tido mais dias para explorar esta cidade…), mas em 1-2 horas de carro, pode facilmente visitar atrações fabulosas enquanto conhece o estilo de vida local.

Se já me seguem no instagram, provavelmente já viram histórias e dicas sobre esta viagem, porém aqui deixo algumas sugestões extra:

Restaurantes em Bruxelas: Wolf Market, Pizza Saco, Le Char D'or,
Restaurantes em Roterdão: Bazar, Prachtig, Aloha, Estocolmo, Markthall
Restaurantes em Amsterdão: Cafe@droog, Blue Amsterdam
Restaurantes em Antuérpia: Ristorante Pizzeria Nicoletta
Restaurantes/Pubs em Gante: Balls & Glory/ Dulle Griet
Museus: Museu Magritte
Lojas: Le Boutique Tintin , Leonidas, Feyenoord FanShop Stadion,
Waterstones Amsterdam, Loja do Museu Real de Belas Artes da Bélgica
Tours: Free Walking Tour Rotterdam, Canal Tour Amsterdam, Mapa a pé em Gante,
Circuito F1 SPA-Francorchamps
Espero que este post vos inspire a planear uma viagem a Bruxelas com os vossos filhos adolescentes.
♥Sofia

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New Years Eve Madeira

Where to Watch the Fireworks on New Year’s Eve in Madeira (2025)

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Where to Watch the New Year’s Eve Fireworks in Funchal (2025) + Dinner, Drinks & Rooftop Tips

If you are planning to celebrate New Year’s Eve in Madeira in 2025, you’re about to experience one of the most spectacular nights of the year.

✨ Celebrations Start on December 30th

Firstly, one of the unique traditions in Madeira is that New Year celebrations begin a day earlier. On December 30th, Funchal’s city centre already comes alive with music, lights, concerts, and smaller fireworks displays throughout the island. It’s the perfect warm-up before the big night.

Locals starts celebrating on the 30 December,  dressing up to go for dinner and party at some local hotels with live music and festive entertainment. From 6pm you’ll find a vibrant atmosphere at the central walkway of Avenida Arriaga, where drinks are being served at the Christmas market.

On the 31 December morning, the first cruise ships begin their approach to Funchal Marina, leading up to the world-famous fireworks over Funchal at midnight on the 31st. That evening, Funchal Bay lights up with crowds, music, all sorts of boats and one of the most spectacular firework displays in the world.

  • “Where should we have dinner, enjoy a drink afterwards, and watch the fireworks from a great viewpoint?”Below is a complete guide based on local advice and personal recommendations.

If you’re planning your night, where to dine, where to have drinks, and the best viewpoints to watch the fireworks,  here is a complete, up-to-date guide for 2025 based on my experience.

1. Booking a New Year’s Eve Dinner in Funchal

Restaurants offering fixed-price New Year’s Eve menus sell out quickly, so it’s important to book in advance. A reliable way to browse menus and make reservations is through The Fork, which lists restaurants offering special New Year’s Eve dinners:

See fixed-price New Year’s Eve menus on The Fork

Recommended areas for dinner:

  • Funchal City Centre/near Sé Cathedral, best location for walking to the fireworks
  • Old Town (Zona Velha) – lively and charming
  • Lido / Estrada Monumental – hotels and restaurants with gala dinner
Powered by GetYourGuide

2. Drinks and Rooftops Parties for New Years Eve

After dinner, if you’d like to have a drink and enjoy the fireworks from a comfortable spot, rooftop bars and hotels in Funchal are excellent options. Some offer parties, others offer viewing access with a drink or dinner package.

Recommended rooftops for New Year’s Eve:

These places tend to fill quickly, offering premium vantage points over Funchal Bay and tend to sell out, so booking ahead is essential.

3. Watch Funchal’s New Year Fireworks from the Sea

Enjoy an unforgettable panoramic view of the New Year’s Eve fireworks from the comfort of a boat.
These hand‑picked tours offer front‑row seats out on the water for a truly spectacular night.

Powered by

GetYourGuide

 

4. Best Places to Watch the New Years Fireworks (for free) in Funchal

Although you’ll see small fireworks displays all around Madeira Island and Porto Santo Island, the main world-famous show is in Funchal. This is the place to be at midnight.

Most people agree that the best viewpoint is from the sea, but if you’re not joining a rooftop or boat party, these are some of the TOP 9 free viewpoints around the city:

 

5. Madeira’s Official New Year’s Programme (30 & 31 December 2025)

Here’s the full official programme for 2025:

Funchal celebrates New Year’s Eve over two festive days in two main spots- Central walkway Avenida Arriaga Funchal and Praça do Povo.

30 December

  • 3pm; Folk dancing & cultural performances
  • 6 pm onwards ; Live concerts and Djs
  • Street entertainment at Christmas Market
  • Special dinners and hotel galas

31 December:

  • 11 am; Folk dancing & cultural performances
  • Festive outdoor atmosphere
  • Special dinners and hotel galas
  • Parties and live shows
  • 11:40 pm Countdown Show
  • Spectacular 8 minute midnight fireworks over Funchal Bay

6. What to Wear on New Year’s Eve in Madeira

If you’re attending a special New Year’s Eve dinner, rooftop party, or gala event in Madeira, expect a slightly more elegant dress code than usual. Many hotels and restaurants encourage guests to dress up, and it’s the perfect occasion to shine.

Men typically opt for a tuxedo or a classic black-tie look, while women often choose long evening gowns, sequin dresses, or formal cocktail styles.

If you’re heading to Praça do Povo or a viewpoint to watch the fireworks, the dress code is whatever you like, just go early to avoid traffic and get a nice view spot ( take a warm jacket “just in case”).

Final Tips for an Amazing New Year’s Eve in Madeira

  • Always book dinner early, restaurants sell out quickly.

  • Choose a spot in central Funchal for the best views.

  • Arrive early to secure a good viewpoint.

  • Expect crowds, music, and a fantastic atmosphere.

  • Enjoy every moment!  Madeira’s New Year’s Eve truly is one of the world’s best.

Get together with your loved ones and enjoy one of the most magical nights of the year! ✨

Where will you be watching the fireworks this year?

Feel free to leave a comment below. :)

 

Curious About New Year’s Superstitions in Madeira?

As you celebrate the new year, have you ever wondered about the traditions and superstitions locals follow for luck, love, and prosperity?

Discover it in our next post:
👉 New Year’s Eve Superstitions in Madeira

From eating grapes at midnight to wearing specific colors, these charming traditions will make your celebration even more special and maybe bring a little extra luck for 2026!

Happy New Year ❤︎

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Lanzarote itinerary

3 day Itineray + map in Lanzarote, Canary Islands 3 dias em Lanzarote, Canárias – Itinerário e Mapa

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3 days in Lanzarote, Canary Islands – Itinerary and Map

Lanzarote, you either love it or leave it…

The first time I went there I was surprised by its landscapes. They looked apparently lifeless, too arid and wild. But as the days passed, the lunar views punctuated by small white houses with green windows (they’re all similar in their own way), with their cactuses and palm trees, became a passion.

 

I’ve been back to Lanzarote a few times, and it’s perhaps one of the most amazing places I know. On this island, declared by UNESCO as a Biosphere Reserve, there is a happy coexistence between nature and human creation. It looks pristine though contrived. To give you an example, there are no advertising posters on the streets. One feels the respect for what nature imposes, however it is an island with lots of tourism.

Lanzarote

The climate, the views, the art, the sculpture, the sea, the architecture… it all merges in a symbiotic way, thanks to the influence of famous local artist César Manrique, who advocated sustainable tourism development and whose work dictated a large part of our itinerary:

Day 1 – North

Teguise – the ancient capital of Lanzarote, famous for its street market on Sundays, picturesque alleys and tiny squares with tapas bars and live music. We left the market for last, and got lost in alleys and courtyards. There were three places that deserve my mention: the Hotel Boutique Palácio Ico, the El Patio café, and the shop as Marias en la Villa.

We continued to Haria to visit the César Manrique House Museum, which has one of the most spectacular bathrooms I have ever seen, difficult to describe… it is semi-open to a cactus garden and where natural plants cascade over a mirror that covers an entire wall and reflects the exterior. A studio is also located in an adjoining house and allows us to see some of the artist’s work materials.

We had lunch in a very nice square in Haria, where the famous Sociocultural Center La Tegala is located.

We also visited the iconic Mirador Del Rio. Although the view is basically the same as you get from the outside, it was worth paying €5 to get to know the details of its interior design, including an impressive balcony overlooking the neighboring island; a Graciosa.

We finished our day in Famara Beach, among surfers and kitesurfers. Yes, it’s a super windy beach whose surrounding mountains faint by the sea, in an unforgettable scenery.

Day 2 – South

Traffic was fully stopped on the most scenic road in Lanzarote, which cuts through lava fields in Timanfaya National Park. They result from volcanic eruptions that took place just 300 years ago, so everything is very untouched, in a landscape that extends over 5000 hectares, with many shades of red, making us dream of Mars. Worth the wait? Absolutely.

We continue to Playa Blanca, where there is a ferry-boat connection to Fuerteventura, but the day is already long and we chose to walk along the promenade where there are numerous fish and seafood restaurants, with signs pointing to “paella & sangria”.

Playa Flamingo

Playa Blanca

About 20 minutes’ drive from Playa Blanca, there is  a nature reserve with several beaches, including the famous Playa Del Papagayo, with crystal clear waters and fine sand in an idyllic setting. To enter this protected area you have to pay €3 and although the road is unpaved, it is possible to cross it even without an all terrain car. There are two beach bars nearby, or as they call it over there; “Chiringuitos”.

Day 3 – Nazaret and Arrecife

Nazaret, Lagomar Museum – The home of famous actor Omar Shariff. It is said that he bet it on a game of cards that he unfortunately lost, and never returned to Lanzarote. It was built in the heart of a volcanic quarry, following the shapes of the lava, leaving the rock visible inside. It’s full of nooks, caves, bars, stairs over the water, iron doors and huge sculptures, in addition to an abundance of green plants that seem to grow out of the rock. I imagine it must have been the scene for some pretty “crazy” parties. Some details reminded me of Dali’s House at Costa Brava.

Arrecife is not particularly beautiful, but it has interesting areas such as El Charco de San Gines. There is a large lake, with picturesque fishing boats, several restaurants all around, where you feel like lingering on an afternoon of tapas and beer. Arrecife has the typical Spanish pedestrian streets that lead to the beach and plenty of shops.

Papas arrugadas com mojo canário

Where did we stayed?

Barceló Teguise Beach. we really enjoyed the location, right in front of the beach, the soft but sophisticated decor, the friendliness of the staff, the food, and the different corners around the pool.

 

 

How did we get there?

At the moment there were no direct flights from Madeira, but 2 short flights in a row was an easy choice.

on the way out: Funchal- Tenerife – Lanzarote

and on the way back: Lanzarote – Gran Canaria – Funchal

What else?

Lots to see and do… among which the neighboring island of Graciosa, Fuerteventura and a visit to Casa José Saramago in Tias, but you should always leave something left for your next visit to Lanzarote ;).

 

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3 dias em Lanzarote, Canárias – Itinerário e Mapa

Lanzarote, ou se ama ou se esquece…

A primeira vez que fui a Lanzarote estranhei as suas paisagens. Pareciam sem vida aparente, demasiado áridas e agrestes. Mas à medida que os dias passavam, as vistas lunares pontuadas por casinhas brancas de janelas verdes (são todas iguais), com os seus cactos e palmeiras, tornaram-se paixão.

Já regressei a Lanzarote umas quantas vezes, e é talvez dos sítios mais surpreendentes que conheço.  Nesta ilha, declarada pela UNESCO como Reserva da Biosfera, há uma convivência feliz entre a natureza e a criação humana. Parece intocada embora arquitetada. Para vos dar um exemplo, não há cartazes publicitários nas ruas. Sente-se respeito pelo que a natureza impõe, apesar de ser uma ilha com muito turismo.

 

Lanzarote

O clima, as vistas, a arte, a escultura, o mar, a arquitetura…está tudo em fusão de forma simbiótica, graças à influência do famoso artista local, César Manrique, que defendeu um desenvolvimento turístico sustentável e cuja obra ditou grande parte do itinerário que se segue.

Dia 1 – Norte

Começamos por visitar Teguise, a antiga capital de Lanzarote, famosa pelo seu mercado de rua aos domingos, ruelas pitorescas e pracetas com  bares de tapas e música ao vivo. Deixamos o mercado para o final, e perdemo-nos por becos e pátios. Houve três locais que merecem menção: o Hotel Boutique Palácio Ico, o café El Patio, e a loja as Marias en la Villa.

Seguimos para Haria para visitar a Casa Museu César Manrique, que tem uma das casas de banho mais espetaculares que alguma vez vi, difícil de descrever (infelizmente não são permitidas fotos no interior)… é semi-aberta para um jardim de cactos. O seu estúdio encontra-se numa divisão anexa e permite-nos ver como trabalhava o artista.

Casa-Museu César Manrique

Almoçamos numa praceta muito simpática em Haria, onde se encontra o famoso Centro Sociocultural La Tegala.

Haria

Passamos também pelo Mirador del Rio. Apesar da vista ser a mesma que se obtém do exterior, valeu a pena pagar 5 € para conhecer os detalhes do seu interior. Tem ainda uma impressionante varanda sobre a falésia de onde se avista a ilha vizinha; a Graciosa.

Terminamos o dia em Famara. Praia, surfistas e muitos kitesurfers. Sim, há vento com fartura nestas montanhas que desmaiam junto ao mar, num cenário lindo de morrer.

Dia 2 – Sul

Trânsito parado, na mais cénica estrada de Lanzarote que rasga campos de lava, no Parque Nacional de Timanfaya. Resultam de erupções vulcânicas que ocorreram há apenas 300 anos, logo é tudo muito intocado, numa paisagem que se estende por 5000 hectares, e muitas tonalidades de vermelho, a fazer-nos sonhar com o planeta Marte. Vale a espera? Vale.

Seguimos para Playa Blanca, onde existe ligação por ferry-boat para Fuerteventura, mas o dia já ía longo e optamos por caminhar ao longo da promenade, onde existem inúmeros restaurantes de peixe e marisco, sem esquecer a dupla ” paella & sangria”.

Playa Flamingo

Playa Blanca

A cerca de 20 minutos de carro de Playa Blanca, encontra-se  uma reserva natural com várias praias entre as quais a famosa Playa del Papagayo, com águas cristalinas, areia fina e um cenário idílico. Para entrar nesta zona protegida temos que pagar 3€, e a estrada é de terra, mas possível de atravessar mesmo sem um carro todo terreno. Por perto, existem alguns bares de praia ou como ali lhe chamam, los “Chiringuitos”.

Dia 3 – Nazaret e Arrecife

Nazaret, Museu Lagomar – a casa do famoso ator Omar Shariff. Conta-se que a apostou num jogo de cartas que infelizmente perdeu, e nunca mais voltou para Lanzarote. Foi construída no coração de uma pedreira vulcânica, seguindo as formas da lava, deixando a rocha visível no interior. É repleta de recantos, grutas, bares, tem escadas sobre a água, portas de ferro e esculturas enormes, além de uma abundância de plantas verdes que parecem brotar da rocha. Imagino que deve ter sido palco de festas bem” loucas”. Alguns detalhes fizeram-me lembrar a Casa de Dali na Costa Brava.

Arrecife não é particularmente bonita, mas tem zonas interessantes como El Charco de San Gines. Ali existe um grande lago com barquinhos de pescadores e vários restaurantes ao redor, onde apetece demorar, numa tarde de tapas e cerveja. Tem uma zona mais antiga com as típicas ruas pedonais, rumo à praia, e comércio.

Papas arrugadas com mojo canário

Onde ficamos?

Barceló Teguise Beach . Gostamos muito da localização junto às praias da Costa Teguise, da decoração leve mas sofisticada, da simpatia dos funcionários, e dos diversos recantos à volta da piscina.

 

Como lá chegar?

De momento, já existem voos diretos desde a Madeira nos meses de verão com a Binter, mas na altura não havia por fizemos 2 voos curtos e seguidos,

na ida: Funchal- Tenerife – Lanzarote

e no regresso: Lanzarote – Gran Canária – Funchal

O que ficou por ver? Muita coisa… entre as quais a vizinha ilha Graciosa, Fuerteventura, La Geria e uma visita à Casa José Saramago em Tias, mas julgo que se deve deixar sempre algo de novo para ver, na próxima visita a Lanzarote ;).

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faja dos padres

A weekend in Fajã dos Padres, Madeira Um fim de semana na Fajã dos Padres, Madeira

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A weekend in Fajã dos Padres, Madeira

A few days ago we spent a weekend in Fajã dos Padres. I already knew its charms and stunning views, through several  daytime visits over the years, but I had never stayed there overnight. I can now tell you; it is a privilege!

 

Because when the visitors leave, the Fajã becomes “ours”, it’s just us and the silence, interrupted by the sound of the waves, the sea birds, the dancing of the wind in the leaves of the trees – it’s our little paradise, our haven of peace and natural beauty.

 

And I still haven’t told you about the warm colors of sunrise and sunset…
…the cheerful colours of the papayas, the mangoes, the green walks under the vines and among the fruit trees, by the sea…

 

Another detail to mention are the breakfast with local fresh fruits by the sea – a delight for all senses!

How do you get to Fajã dos Padres?

We used the cable car to descend along the impressive 300 meter cliff. Cable car access costs €10 (free for children up to 11 years old, as well as for guests staying at Fajã dos Padres houses.)

What to do in Fajã dos Padres?

  • In addition to access to the beach, walks through the trees, the impressive cable car ride, and meals at the beachfront restaurant, you can also book the following activities:
  • Simple guided tours or with fruit tasting
  • Visits to the Malvasia wine cellar tasting – are limited to small groups and guests only.
  • Rental of kayaks and paddle surfing on the beach
  • In summer, upon prior reservation, you can take a boat trip from Fajã to explore the surroundings, lasting about 1 hour. Occasionally, gastronomic events take place.
If you wish to stay overnight you can book it here.

 

In case you are looking for a retreat for your soul, nature and tranquility, Fajã dos Padres offers you a unique experience in Madeira. See you soon!

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Um fim de semana na Fajã dos Padres, Madeira

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Há dias fizemos uma escapadinha à Fajã dos Padres. Eu já conhecia os seus encantos e recantos, em variadas visitas diurnas ao longo dos anos, mas nunca lá tinha pernoitado. Digo-vos; foi um privilégio!

 

É que quando as visitas partem, a Fajã torna-se “nossa”, somos só nós e o silêncio, interrompido pelo som das ondas, das aves marinhas, do dançar do vento nas folhas do arvoredo – é o nosso pequeno paraíso, o nosso refúgio de paz e beleza natural.

 

E ainda não vos contei das cores do céu ao entardecer…

 

…dos passeios verdejantes sob a vinha, e por entre as árvores de frutos, com o mar mesmo ali…
Outro detalhe a referir são os pequenos-almoços com fruta do local, à beira-mar – uma delícia para todos os sentidos!

 

Como chegar à Fajã dos Padres?

Nós usamos o teleférico para descer ao longo da imponente falésia de 300 metros. O acesso de teleférico tem um custo de 10€ (grátis para crianças até aos 11 anos de idade, assim como para os hóspedes das casas da Fajã dos Padres.) 

 

O que fazer na Fajã dos Padres?

Para além do acesso à praia, dos passeios por entre as árvores, da impressionante viagem de teleférico, e das refeições no restaurante à beira-mar, podem também reservar as seguintes atividades:
  • Visitas guiadas simples ou com prova de fruta
  • Visitas à adega para prova de vinho Malvasia – são limitadas apenas a pequenos grupos e a hóspedes.
  • Aluguer de caiaques e paddle surf na praia
  • No verão, poderá mediante reserva prévia, fazer um passeio de barco a partir da Fajã, para explorar as redondezas, com a duração de cerca de 1 hora.
  • Ocasionalmente decorrem eventos gastronómicos. No dia 24 Junho festejam o São João (do mar).

Se desejar pernoitar, existem vários tipos de alojamento ao seu dispor. Pode reservar ao clicar aqui.

 

Se procura descanso para a alma, na Fajã dos Padres respira-se natureza e tranquilidade. Sem dúvida um local a visitar na Madeira! Até breve!

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From Madeira to Mars meets Hugo Antunes LIS-FNC-BRU…à conversa com Hugo Antunes

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À conversa com Hugo Antunes

– Hugo Antunes, fala-nos de ti: quem és, por onde tens andado e o que te faz feliz…

Sou músico/compositor, toco contrabaixo e baixo eléctrico em várias vertentes musicais nomeadamente jazz, rock, improvisação livre, pop, hip-hop e fusão.

A música, apesar de sempre presente na minha vida, surgiu apenas aos 26 anos como profissão. Até então, tinha trabalhado como técnico de óptica ocular (oculista) e tinha frequentado o curso de Direito.

Quando decidi enredar pelos estudos musicais comecei pelo Hot Clube de Portugal, que me conduziu a viver em Amesterdão (para estudar contrabaixo no conservatório), a Paris (a convite duma cantora para integrar o seu grupo e a partir daí percorrer França inteira a tocar) e, mais tarde, à Bélgica, enquanto bolseiro Inov-Art.

Sou original do Barreiro, mas a minha vida profissional na música foi-se consolidando mais a partir de Lisboa, onde actualmente vivo alternadamente com Bruxelas.

A felicidade para mim está sempre relacionada com conquistas pessoais e desafios profissionais ultrapassados, tal como com o bem estar de quem me rodeia. A minha família, o seu desempenho profissional, bem como equilíbrio emocional, têm um papel muito importante nesse processo de me sentir feliz.

– O que te liga à Madeira?

A minha ligação ou conexão à Madeira surge num contexto familiar, porque o lado materno da família da minha mulher é madeirense.

Desde então que a Madeira é o sitio onde passamos férias e onde inclusive a minha filha mais velha acabou por nascer. Desta forma fui criando também relações de amizade com pessoas originalmente madeirenses ou que, por alguma razão, vivem na ilha.

-Alguma particularidade/curiosidade acerca dos madeirenses que queiras partilhar?

O madeirense para mim é uma pessoa que por regra gosta de festejar, de celebrar a vida e de sorrir. A ideia que tenho de quem vive na Madeira é de alguém com qualidade de vida, alguém que por viver numa ilha com sol, mar e com tempo disponível consegue viver a vida descontraidamente.

Serão poucos os locais na Europa em que se pode dar um mergulho no mar à hora de almoço e ter tempo para tomar um copo num fim de tarde entre amigos.

O madeirense para mim é um misto disso com o legado dum povo que convive há séculos com a condição de Região Ultra Periférica.

– Qual é o teu lugar favorito na Madeira? E já agora em Bruxelas, e em Lisboa…;)

O meu lugar favorito na Madeira é o Porto Santo, porque representa estar entre amigos numa praia de areia com água quente e comida fantástica. É como se duma viagem no tempo se tratasse.


O meu sitio preferido em Bruxelas, é a casa dos amigos que lá fiz ao longo destes 9 anos.

Em Lisboa, o meu local preferido é o da portugalidade presente em todos os gestos do dia-a-dia. Que me perdoem o Norte, o Sul e as ilhas que tanto adoro, e que sem dúvida ajudam a compor todo esse sentimento, mas Lisboa invoca-me O´Neill, Pessoa, Almada Negreiros (mesmo que não lisboeta) e Carlos do Carmo. Traz-me um sentimento de pertença enorme.

– Qual foi a melhor refeição que fizeste na Madeira?

As melhores refeições que fiz na Madeira até hoje foram os peixes que o amigo Roberto pescou, sempre muito bem cozinhados pela amiga Patrícia; foram as massadas deliciosas do meu amigo Bruno; foram os bodiões na Fajã dos Padres; foram as refeições com pratos tradicionais em família, aquando do Natal e Ano Novo; e foram as lapas que o amigo Silvestre colheu e cozinhou para todos nós, quando amavelmente nos convidou para um passeio de barco até ao Calhau da Lapa.

– Onde mais gostas de viver?

O meu local preferido para viver é onde a minha família se sente bem e feliz. No entanto, gostaria de terminar os meus dias em Lisboa. É a cidade da minha morte.

– Fala-nos da tua música…consegues defini-la?

A música que desenvolvo é muito pessoal e não se rege por factores externos. É música que respeita uma narrativa interna. Uma lógica e forma resultantes do que sou. Nós somos aquilo que comemos e eu tento respeitar e aceitar esse princípio.

-De onde vem a tua inspiração?Tens algum herói musical?

A minha inspiração é o resultado directo dum mergulho e duma apneia muito grande até ao centro do meu ser. Raramente se traduziu em entretenimento, por muito que as minhas filhas gostariam que assim fosse. A minha mais nova está precisamente neste momento a tentar ultrapassar, decifrar e compreender porque razão a música que o seu pai desenvolve não é ouvida nas rádios, não é falada em revistas e jornais. É muito difícil para uma criança de oito anos perceber que o que o seu pai desenvolve tem valor não sendo reconhecido.

No entanto, tento passar que o que faço é único, algo que mais ninguém o poderia fazer e que, por essa e outras razões que não gosto de enumerar, não ganha expressão, nem cria tração junto do “grande público”.

Heróis para mim são todos os artistas que apesar de não terem apelidos pomposos e de não terem nascido privilegiados, apesar de não fazerem parte de lobbies ou de não elencarem em carteiras de artistas de agências que controlam o meio, lutam e sobrevivem diariamente, sem retorno monetário, por um lugar ao sol, por uma oportunidade e por um reconhecimento que teima em chegar. Esses para mim sim são a verdadeira Cultura. São a memória dum povo e têm valor maior. São sem dúvida alguma a minha maior fonte de inspiração.

– Qual foi o melhor elogio que recebeste?

O melhor elogio que recebi foi a amizade e respeito musical do meu amigo Paul Lovens, meu grande mentor na improvisação livre. Tudo o que vem do Nastio e do N´Du foi e é amor também em forma de elogio. Há pouco tempo, fui convidado pelo artista Carlos Nogueira para tomar um chá e conversar. Esse convite foi um dos maiores elogios que alguma vez recebi e representa tudo para mim.

As criticas também acariciam este ego amarrotado, mas o que estes artistas, alguns jornalistas e público fiel me transmitem é muito mais importante.

– Tens algum bar favorito de música ao vivo e porquê?

Há um sitio que, pela importância que teve no meu crescimento, pelas conquistas e frustrações musicais vividas, bem como pela acústica em si, se tornou o meu clube preferido: o ardido, o antigo, Hot Clube na Praça da Alegria. Desde então, tudo mudou e muito dessa mudança não foi para melhor. Não falo só de instalações.

– Que lição tiraste da quarentena, ou como sobrevive um músico à quarentena?

A maior lição que retirei da quarentena foi que a família, a sua união e solidariedade são o que de mais importante tenho na vida. Tudo isto foi-me revelado pela tomada de consciência de que durante 46 anos fomos vítimas de uma total incompreensão por parte do Estado pelas profissões que compõem o inexistente estatuto de artista. Algo que se traduziu num abandono deplorável e absoluto duma classe que tanta riqueza cria. Somos um meio totalmente exposto e sem direitos, só com deveres e obrigações. Nós artistas somos a real imagem da falência democrática do Estado de Direito.

– Onde podemos encontrar-te/ouvir-te?

Poderão ouvir-me com RAN em Agosto: dia 18 no Penha SCO em Lisboa; dia 19 no Bota em Lisboa; dia 20 no Cine Incrível em Almada; dia 21 no Jazz na Praia na Lourinhã. De resto há o meu Bandcamp e outras contas da mesma plataforma com discos em que participo onde me poderão ouvir e apoiar.

– O teu lema é?

O meu lema é: “baixa a cabeça e trabalha mais arduamente”. “não há méritocracia mas tu ficas a dever ao Mundo cada vez que não crias, portanto…” por isto e tudo o resto sou um Estoico.

Muito Obrigada Hugo.

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From Madeira to London Da Madeira para Londres

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“From Madeira to London” by Duarte Câmara

I believe that the best way to discover a destination is through the eyes of those who live there. That is why I created this section on the blog “Meeting with the locals”. The objective is to show, through short interviews, the chosen destination.

This time, I suggest a trip to London, with tips from Duarte Câmara, who has lived there for six years.

I have known Duarte for about 30 years. Friends while teens, the quarantine got us in contact a few months ago and as some say, everything happens for a reason.
Allow me to introduce you to Duarte Câmara.

Your biography:

I was born in Madeira, where I lived until I studied architecture in Porto. I stayed there for 7 years and started my professional life. I keep fond memories of the “people of the North” and a very unique city, of well-rooted cultures and neighbourhoods.

For professional reasons and connection to my homeland, I returned to Madeira to work in a private architectural firm in Funchal. Later, I opened my own space/office there, but after nine years, I wanted a little more and went to the UK, looking for a new professional, international experience.

Currently, in London, I combine architecture and systems design, creating “smart homes”.

What made you go to London?

I’m not one to stand still and I like to be very busy professionally. During the years that I worked in Madeira, I did interesting projects in the residential and commercial areas. I invested in architecture, and at the same time I was designing, I did real estate evaluations and taught some classes. Despite all these activities, there were moments of stagnation, so I felt I needed more.

I saw some of my colleagues emigrate, and I felt that I could also find new professional opportunities in a big city. I got to know London as a teenager, on vacation, and since then it has stayed with me as a special place. Due to its proximity to Madeira, it was easy to choose this destination for a new professional adventure.

trafalgar square

Trafalgar Square

If a friend were to visit you in London, where would you take him for a walk?

Morning

Breakfast in Notting Hill, on Portobello Road, preferably in a cafe with outdoor seating, to see the vibe of Portobello Market. (Saturday is the main day). After wandering through the market, we descended towards Hyde Park, and crossed Kensington Gardens, towards Bankside. After a stroll along the river and to work up an appetite, the Anchor Bankside pub is a good option.

Kensignton Gardens

Kensignton Gardens

Lunch

To Greenwich, by river boat from one of the Bankside or London Bridge City piers. Lunch at Greenwich Market, with many options for “street food”.

Chinese Street Food - Jian Bing

Chinese Street Food – Jian Bing

Evening

Back in the centre, and as it is almost mandatory to climb to a high point for the best views of the city, I would choose the Sky Garden, on top of the Walkie Talkie building – the highest public garden in London, with a 360-degree view ( Click here to view the view)! Please note that it is necessary to book in advance.

Dinner

Maybe a good Argentine beef steak at Gaucho (a chain that has several restaurants in London). I know Chancery Lane in Holborn and enjoyed the experience. For nightlife, I like the bars in the Shoreditch area.

What is your meeting point in London?

Train stations are always interesting meeting points due to their strategic position. Besides bringing me good memories, there are always interesting pubs nearby for first conversations.

Vauxhall Train Station

Vauxhall Train Station

The Covent Garden area, with its square always full of street performers, pubs, restaurants and markets, is always a fantastic spot to start a late afternoon on a Friday.

Best quality/price suggestion to stay in London?

I advise staying out of the centre, for example in Wimbledon (Zone 3). This residential location has a fantastic transport network, which takes us to the centre in just 20-30 minutes. In addition to being picturesque, Wimbledon has its leafy area, which reminds us of the countryside. No wonder their motto is: “Wimbledon is where town meets country”.

Wimbledon Village

Wimbledon Village

In the centre of Wimbledon is the renovated Premier Inn Wimbledon (Broadway) – a good option.

London transport tips
How to get from Gatwick/Heathrow Airport to central London?

London has a good public transport system, structured from Zone 1 to Zone 6, radially. We also have Zones 7, 8 and 9, outside of Greater London.

At major airports, such as Gatwick (outside of Greater London), we always have access to trains to the centre, in addition to taxis and buses. From Heathrow Airport (Zone 6) you can also take the underground, which stops inside the airport.

  • I take this opportunity to talk about the Oyster card, which is an electronic smartcard essential to travel in London. In addition to the options: daily, weekly, monthly pass, it can be used as a top-up card (minimum value of 5 pounds). You can purchase it at train/tube stations or outside newspaper/magazine shops (here called “newsagents”). It gives us access to the entire public transport network (Zones 1-9), buses, trains, tube, overground, trams, river bus, and even the Emirates Air Line, (a unique cable car, southwest of the city, that crosses the river). Generally, outside Greater London, the Oyster Card does not cover and other fares are required (but there are exceptions such as Gatwick Airport).

What is your favourite restaurant in London?

Of the countless restaurants that exist here, I will select two, different from each other, but both fantastic, which have been mandatory stopping points whenever I have visits from family or friends. They are always full, with that frenzy and dynamic characteristic of good restaurants. In London, table reservations are generally recommended.

Wright Brothers in Borough Market.

Oysters

Oysters

I came across this gem, by chance, during a visit from a friend, when we were walking near London Bridge looking for a seafood restaurant. This brand is a fish and seafood supplier to several restaurants.

There are 5 restaurants in this chain, but the first one (near the famous Borough Market) is my favourite. Small and always busy, eating seafood at cramped tables or over the counter is always a delicious experience.

The last one to open is close to the emblematic Battersea Power Station and has an outdoor seating area facing the river. It’s spacious, whether for larger groups or quiet meals. I suggest starting with some oysters, from the English or French coast, even for those who are not fond of it (like I used to be). Every time I go there now, I ask for a plate as part of the ritual. The mussels are the tastiest I’ve ever eaten, especially accompanied by a good French white wine.

Before lunch, I suggest trying a craft beer at Battersea Brewery, as a starter ;)

Battersea Brewery

Battersea Brewery

Another restaurant I like is called Mediterraneo.

It is located in Notting Hill, near Portobello Road, and is an Italian restaurant. Stylish, comfortable and homely, I got to know it through locals, and from then, it became an obligatory stop. I like Tonnarelli with cherry tomatoes, Italian bacon and pecorino Romano cheese, or Fettuccine with wild mushrooms, pine nuts and Italian bacon. For dessert, I suggest the strawberry cheesecake.

What is your favourite store in London?

carnaby street

Carnaby street

We built This City – For different and original souvenirs, like small pieces of art or illustrations. It’s a shop that resembles a small art gallery. It is located on Carnaby Street and sponsors young local artists.

Tate Modern has three stores inside. My favourite is in the Blavatnik Building. I can spend hours there, seeing/choosing art and architecture books.

London Graphics is essential for any visual artist, designer, and architect when it comes to technical and artistic material.

What is your “happy place” in London?

Near the river, that’s always where I end up going. Bankside and Richmond, completely different from each other, are my favourite places. My passion for painting often takes me to the Bankside Gallery, the home of the Royal Watercolor Society. Small and comfortable, it has exhibitions of contemporary watercolours.

Richmond

Richmond bridge

If a colleague of yours asked you for advice about going to work in London, what would you say?

Preparation and planning are the keywords.

First: study the city.

Preparation before arrival is essential. Understand how the city is organised: understand the main boroughs above and below the river, and understand how the postcodes are structured (essential to find out where we are and where we want to go).

London map

London map

Second: get as much information as possible on the post-Brexit era. Entry into the UK for residence/work purposes now requires a work visa. This can be obtained from the government website through a points system, depending on qualifications, type of work, etc. It is now necessary to obtain, in advance, a job offer from a certified company, with a stipulated annual salary, and an intermediate level of English. For more information, you can visit the Consulate General of Portugal website.

Third: search for the place to live

Seek offers to let a house/flat, search for the places, neighbourhoods and their differences. Most employing companies value proximity to the workplace.

Today there is a lot of information on the internet, and blogs such as Tuga in London and Londonist. To search for a house, I suggest sites like Rightmove and Zoopla.

What do you miss most about Madeira?

The lightness of the air you breathe there. The time we have there, which yields a lot and gives us the freedom to do a lot in one day. The visual immensity of the sea.

And of course, above all, family, friends, festivities and social events, to which I was so used to.

What is your dream trip?

Japan, for being a complex country, and full of contrasts – ancient cultures that coexist with one of the most technologically advanced societies. For what it brought to contemporary western architecture, simplicity, minimalism and the perfect symbiosis with natural elements.

What is your motto?

Never give up! In London, I learned that persisting and waiting for what we really believe and want, is an important part of the journey to get there.

Thank you, Duarte! :)

[:pt]

“Da Madeira para Londres” por Duarte Câmara

Acredito que a melhor forma de conhecer um destino é através dos olhos de quem lá vive. Por isso, criei esta rubrica no blog “Encontro com os locais”. O objetivo é mostrar, através de pequenas entrevistas, o destino escolhido. 

Desta vez, sugiro uma viagem até Londres, com as dicas do Duarte Câmara, que ali vive há 6 anos.

Conheço o Duarte há cerca de 30 anos. Amigos na adolescência, a quarentena voltou a juntar-nos há poucos meses e nada acontece por acaso. Permitam-me que vos apresente o Duarte Câmara.

A tua biografia:

Nasci na Madeira, onde vivi, até estudar arquitetura no Porto. Ali permaneci durante 7 anos e iniciei a minha vida profissional. Guardo boas recordações das “gentes do Norte” e desta cidade muito própria, de culturas e bairrismos bem enraizados.

Por motivos profissionais e ligação à terra natal, regressei à Madeira para trabalhar numa empresa privada de arquitetura no Funchal. Mais tarde, abri o meu próprio espaço/escritório no Funchal, mas após nove anos, quis um pouco mais e fui para o Reino Unido, à procura de uma nova experiência profissional, internacional.

Atualmente em Londres, combino a arquitetura e o design de sistemas, à criação de “smart homes”.

O que te fez ir para Londres?

Não sou de estar parado e gosto de estar bastante ocupado profissionalmente. Durante os anos que trabalhei na Madeira, tive projetos interessantes no meio residencial e comercial. Investi em formações na arquitetura, e ao mesmo tempo que projetava, fiz avaliações imobiliárias e dei aulas. Apesar de todas estas atividades, houve momentos de estagnação e eu senti que precisava de mais.

Vi alguns dos meus colegas emigrarem, e senti que podia também encontrar novas oportunidades profissionais, numa grande cidade. Conheci Londres na adolescência, numas férias, e desde então marcou-me como um lugar especial. Pela proximidade à Madeira, foi fácil escolher este destino para uma nova aventura profissional.

trafalgar square

Trafalgar Square

Se um amigo te fizesse uma visita em Londres, onde é que o levarias a passear?

Manhã

Pequeno-almoço em Notting Hill, na Portobello Road, de preferência num café com esplanada, para vermos de perto o movimento do mercado de rua de antiguidades Portobello Road Market (sábado é o principal dia). Depois de vaguear pelo mercado, descíamos em direção ao Hyde Park, e cruzávamos os jardins Kensington Gardens, em direção a Bankside. Após passeio à beira-rio e para abrir o apetite, o pub Anchor Bankside, é uma boa opção. 

Kensignton Gardens

Kensignton Gardens

Almoço

Rumo a Greenwich, num passeio de barco no rio, a partir de um dos pontões Bankside ou London Bridge City. Por lá almoçávamos no Greenwich Market, com muitas opções de “street food”.

Chinese Street Food – Jian Bing

Tarde

De volta ao centro, e por ser quase obrigatório subir a um ponto alto para as melhores perspetivas da cidade, escolheria o Sky Garden, no topo do edifício Walkie Talkie – o jardim público mais alto de Londres, com uma vista de 360 ​graus (Clique aqui para ver a vista)!  Note que é necessário reservar com antecedência.

Jantar

Talvez um bom bife de carne argentina no Gaucho, (uma cadeia que tem vários restaurantes em Londres). Conheço o de Chancery Lane, em Holborn e gostei da experiência. Para animação noturna, gosto dos bares que se situam na zona de Shoreditch.

Qual o teu ponto de encontro em Londres?

As estações de comboio são sempre pontos de encontro interessantes pela sua posição estratégica. Além de me trazerem boas memórias, existem sempre pubs interessantes nas redondezas, para as primeiras conversas.

Vauxhall Train Station

Vauxhall Train Station

A zona de Covent Garden, com a sua praça sempre cheia de artistas de rua, pubs, restaurantes e mercado, é sempre um spot fantástico para começar um fim de tarde numa sexta-feira.

Sugestão de melhor relação qualidade/preço para ficar alojado em Londres?

Aconselho ficar fora do centro, como por exemplo em Wimbledon (Zona 3). Esta localidade residencial tem uma fantástica rede de transportes, que nos leva ao centro em apenas 20-30 minutos. Além de ser pitoresco, Wimbledon tem o seu ar verdejante, que nos lembra o campo. Não é à toa que o seu lema é: “Wimbledon is where town meets country”. 

Wimbledon Village

Wimbledon Village

No centro de Wimbledon, fica o renovado Premier Inn Wimbledon (Broadway)- uma boa opção.

Dicas de transportes em Londres

Como ir do Aeroporto de Gatwick/Heathrow para o centro de Londres?

Londres tem um bom sistema de transportes públicos, estruturado da Zona 1 à Zona 6, de forma radial. Temos ainda as Zonas 7, 8 e 9, fora da Grande Londres.

River THAMES

River Thames

Nos principais aeroportos, como Gatwick (fora da Grande Londres), temos sempre comboios para o centro, para além dos táxis e autocarros. Do Aeroporto Heathrow (Zona 6) podemos também ir de metro, com paragem no interior do aeroporto.

  • Aproveito para falar do Oyster card, que é um cartão/passe, essencial em Londres. Além das opções: passe diário, semanal, mensal, pode ser usado como cartão recarregável (valor mínimo de 5 libras). Pode adquiri-lo nas estações de comboio/metro ou nas lojas exteriores de jornais/revistas (aqui designadas por “newsagents”). Dá-nos acesso a toda a rede de transportes públicos (Zonas 1- 9), autocarros, comboios, metro, elétricos, barco, e ainda ao Emirates Air Line, (um teleférico singular, a sudoeste da cidade, que cruza o rio). Geralmente, fora da Grande Londres, o Oyster Card não cobre e é necessário pagar outras tarifas (mas existem exceções como o aeroporto de Gatwick).

Qual o teu restaurante preferido em Londres?

Dos inúmeros restaurantes que aqui existem, vou selecionar dois, de diferentes registos, mas ambos fantásticos, que têm sido pontos obrigatórios de paragem, sempre que tenho visitas da família ou amigos. Estão sempre cheios, com aquele frenesim e dinâmica caraterística dos bons restaurantes. Em Londres, a reserva de mesa é geralmente recomendada.

O Wright Brothers, em Borough Market.

Oysters

Ostras

Conheci esta preciosidade, por acaso, numa visita de um amigo, quando passeávamos perto de London Bridge à procura de uma marisqueira. Esta marca é fornecedora de peixe e marisco para diversos restaurantes.

Existem 5 restaurantes desta cadeia, mas o primeiro (perto do famoso Borough Market) é o meu preferido. Pequeno e sempre movimentado, comer marisco nas suas mesas apertadas ou ao balcão é sempre uma experiência deliciosa.

O último que abriram, fica perto da emblemática Battersea Power Station, e conta com uma esplanada para o rio. É espaçoso, quer para grupos maiores, ou refeições de caráter mais calmo. Sugiro começar por umas ostras, da costa inglesa ou francesa, mesmo para quem não é apreciador. Eu até nem era, mas ali fiquei rendido, e todas as vezes que lá vou, peço uma travessa (faz parte do ritual). O mexilhão é do mais saboroso que já comi até hoje, sobretudo acompanhado por um bom vinho branco francês.

Antes do almoço, sugiro experimentar as cervejas artesanais, que existem na Battersea Brewery para abrir o apetite.;)

Battersea Brewery

Battersea Brewery

Outro restaurante que gosto muito chama-se Mediterraneo.

Fica em Notting Hill, perto de Portobello Road, e é um restaurante italiano. Cheio de estilo, confortável e caseiro, conheci-o através de locais, e a partir daí tornou-se ponto de paragem obrigatória. Gosto do Tonnarelli com tomate cereja, bacon italiano e queijo pecorino romano, ou o Fettuccine com cogumelos selvagens, pinhões e bacon italiano. Para terminar sugiro o cheesecake de morango.

Qual a tua loja preferida em Londres?

carnaby street

Carnaby Street

We built This City, Para souvenirs diferentes e originais, como pequenas peças de arte, ou ilustrações – uma loja que faz lembrar uma pequena galeria de arte. Fica situada na Carnaby Street, e patrocina jovens artistas locais.

Tate Modern tem no seu interior três lojas. A minha preferida fica no edifício Blavatnik Building. Consigo lá passar horas, a ver/escolher livros de arte e arquitetura.

London Graphics é essencial para qualquer artista plástico, designer e arquitecto, no que se refere a material técnico e artístico.

Qual é teu refúgio em Londres?

Perto do rio, é sempre onde acabo por ir. Bankside e Richmond, completamente distintos um do outro, são os meus locais favoritos. A minha paixão pela pintura, leva-me muitas vezes à Bankside Gallery, a casa da Royal Watercolour Society. Pequena e confortável, conta exposições de aguarelas contemporâneas.

Richmond

Richmond bridge

 

Se algum colega teu te pedisse 3 conselhos sobre ir trabalhar para Londres, o que dirias?

Preparação e planeamento são as palavras-chave.

Primeiro: estudar a cidade.

A preparação antes da chegada é essencial. Perceber como é que a cidade está organizada: entender os principais bairros acima e abaixo do rio, e entender de que forma estão estruturados os códigos postais (essencial para percebemos onde estamos e para onde queremos ir).

London map

London map

Segundo: obter o máximo de informação em relação ao panorama pós-Brexit. A entrada no Reino Unido, para efeitos de residência/trabalho, exige agora visto de trabalho. Este pode ser obtido no site do governo através de um sistema de pontos, consoante as qualificações, tipo de trabalho, etc. Agora é necessário obter, antecipadamente, uma oferta de trabalho de uma empresa certificada, com um valor estipulado de salário anual, e um nível de inglês intermédio. Para mais alguma informação pode visitar o site do Consulado Geral de Portugal.

Terceiro: pesquisar a zona de futura residência.

Ver ofertas para alugar casa/apartamento, pesquisar as zonas e suas diferenças. A maior parte das empresas empregadoras valoriza a proximidade ao local de trabalho. 

Hoje existe muita informação na internet, e blogs como por exemplo: Tuga em Londres e Londonist. Para procurar casa, sugiro sites como Rightmove e Zoopla.

Do que mais sentes falta em relação à Madeira?

Da leveza do ar que aí se respira. Do tempo que aí temos, que rende imenso e que nos dá liberdade para fazermos muita coisa num só dia. Da imensidão visual do mar.

E claro, acima de tudo, a família, os amigos, as festividades e eventos sociais, aos quais estava tão habituado.

A tua viagem de sonho é?

Japão, por ser um país complexo, e cheio de contrastes – culturas antigas que coexistem com uma das sociedades mais avançadas tecnologicamente. Pelo que trouxe à arquitetura contemporânea ocidental, a simplicidade, o minimalismo e a perfeita simbiose com os elementos naturais.

O teu lema é?

Nunca desistir! Em Londres aprendi que insistir e esperar, pelo que realmente acreditamos e queremos, é grande parte do percurso já atingido.

 

Obrigada Duarte! :)

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levada do moinho

3 half-day walks in Madeira (2-3 hours)

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3 half-day walks in Madeira (2-3 hours)

Last week, I took 3 days off from work. I wanted to spend some time with my kids and take them outdoors to spend sometime offline. In Madeira, at the moment, wearing a mask is compulsory. Restaurants, comercial activity and some walks are still open until 5 pm on weekends and 6 pm on weekdays – the COVID-19 restrictions are adjusted weekly.
We were looking for short walks (2-3 hours, depends on how fast you walk…) and planning to leave early morning and return home by lunchtime.
So I leave you with some photos.

Walk 1 – Ponta de São Lourenço – Caniçal

The route is well defined in its generality, with areas that require “good knees”, especially when going up and down. It has fabulous views over the sea, both to the north and south, and as the day was clear we even saw Porto Santo Island. There is a support bar at the end of the route and access to the sea, at the Cais do Sardinha. There are also boat trips as an alternative to reach Quinta do Lorde, but we decided to walk back to the starting point in Baía d’Abra.

short walks Madeira
short walks Madeira
short walks madeira
short walks in Madeira

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Walk 2- Levada Nova – Caniçal

Also in Caniçal, this levada starts right next to the exit of the old tunnel of Caniçal (estrada regional 109). It follows the course of the levada to the cemetery and offers stunning views of this area. You can go back through the same route or head towards the sea in the centre of this lovely fishing vila. If you’re looking for accomodation in this area, check this blog post.

half day walks in madeira
half day walks in madeira
half day walks in madeira

Walk 3 – Levada do Moinho / Nova – Ponta do Sol

It took us a few minutes to find the start of the levada, but soon we saw the signpost just behind the Chapel of Lombada da Ponta do Sol. Next to the Chapel there is also a historic mill, easy to spot. The Levada do Moinho is very beautiful, and runs through the cutouts of a beautiful valley in Ponta do Sol, almost always on a flat route. Then there is a trail with several steps that we can climb to take us to the levada nova, where you can make the return path, (in the opposite direction). Beware that this trail has some more vertiginous areas, less protected, and goes through a beautiful waterfall and some tunnels. At the end of the trail, we arrive at the regional road that takes us back to the Chapel.

capeladalombadadapontadosol

Capela da Lombada da Ponta do Sol

caminhadas curtas na Madeira

Acess to Levada do Moinho

levada do moinho

levada do moinho

Stairs that lead to Levada Nova

levadadomoinho

levadamoinho

Stay safe while enjoying Madeira.

Take care ♥ Sofia

More Travel Tips to visit Madeira? Click here ↵

DiscoverCars.com[:]

24 Hours in Porto 24 Horas no Porto

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24 Hours in Porto

Places to sleep, eat and visit while traveling solo in Porto

24 hours in porto

I recently visited Porto and I loved it. It was only a weekend getaway for a congress but I took an extra day for a little break. I had already been to Porto both with friends and my children, but this time I went solo and so I leave you with some more tips.

Disclosure: This post contains affiliate links. If you make a purchase through these links, I might earn a commission at no extra cost to you. Thank you!♥

 

How to go from Porto Airporto to the city centre?

Upon arriving at Porto Airport, there is a direct connection with the Metro, Line E, with a direct route to Trindade station, one of the most central metro stations in Porto, with connections to other lines. The trip lasts about 30 minutes and the metro ticket costs 2 € + rechargeable walking card 0.60 €. (Attention, you have to validate the card when starting each trip, even when changing lines.)

Where to stay in Porto?

There are lots of cool places to stay in Porto, from luxury hotels to hostels, or Airbnb’s. I usually stay at the Gallery Hostel, on rua Miguel Bombarda.

 

Next on my wishlist are:

. Torel 1884 Suites & Apartments,

. PortoBay Hotel Teatro

. Mo House

. Baumhaus Serviced Apartments.

Where to eat in Porto?

Oh, so many options, endless really … locals gave me several tips but I can say that in 24 hours I just managed to try two classics, good old-fashioned restaurants, where we can sit at the counter while enjoying a fresh beer, also localy known as “fininho”.

. Casa Guedes and its famous ham sandwich with sauce (use several napkins …;)

. Marisqueira Madureira: preguinho, caldo verde, rissolzinho, francesinha, camarão … it’s all good.

I also went to Zenith to have a brunch; the music, the atmosphere, the service, the house beer… everything was lovely, although there was a huge line at the door.

zenith

What to visit in Porto?

Given the diversity of things to visit in Porto and its surroundings, 24 hours are far too little time, but here’s a Top 4.

  • Clérigos Tower

  • Boat trip in the Douro

  • Wine Tasting at Port Cellars

  • Serralves Foundation

And then, get lost…enjoy strolling down the alleys, staircases and sidewalks, look at the tiled facades and the attic windows, visit the local markets and listen to the street musicians. Go downtown to Ribeira to cross the bridge D. Luis over the river Douro; have a drink and soak up the view.

I want to go back…See you soon, my friends!

PORTO

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24 Horas no Porto

Locais para dormir, comer e visitar

24 hours in porto

Visitei recentemente o Porto e soube-me tão bem a escapadinha! Foi apenas um fim de semana onde se juntou o útil (congresso) ao agradável, com direito a um dia para passeios pela “Invicta”. Já lá tinha estado com amigos e com os meus filhos, mas desta vez fui sozinha. Deixo aqui algumas dicas.

Nota: Este site contém links afiliados. Se fizer uma compra através desses links, posso ganhar uma comissão sem nenhum custo extra para si. Obrigada!♥

O que convém saber?

Existem voos diretos diários do Funchal para o Porto: easyjet, Transavia ou Tap. Ao chegar ao Aeroporto do Porto, existe ligação direta com o Metro, Linha E, com trajeto direto à estação Trindade, uma das mais centrais do Porto, onde encontra ligações para outras linhas. Dura cerca de 30 minutos e o bilhete de metro custa 2€ + cartão andante recarregável 0,60€. (Atenção, tem que validar o cartão ao iniciar cada viagem, mesmo ao mudar de linha.)

Onde ficar no Porto?

O que não faltam são sitios giros para ficar no Porto, desde hotéis de 5 estrelas, a hostels, ou Airbnb’s. Costumo ficar no Gallery Hostel, na rua Miguel Bombarda.

Para a próxima na wishlist estão:

. Torel 1884 Suites & Apartments, 

. PortoBay Hotel Teatro

. Mo House

. Baumhaus Serviced Apartments.

Onde comer no Porto?

Ui, as opções são infinitas…deram-me várias dicas mas posso dizer que em 24 horas experimentei dois clássicos, aqueles restaurantes à moda antiga, onde nos sentamos ao balcão à conversa, com um “fininho”.

– Casa Guedes e a sua famosa sandes de pernil com molho (usem vários guardanapos…;)

– Marisqueira Madureira: o preguinho, o caldo verde, os rissolzinho, a francesinha, o camarão…é tudo bom.

Também fui ao Zenith, o brunch, a música, o ambiente, o serviço, a cerveja da casa… correu tudo bem, apesar de haver uma fila enorme na porta para entrar.

zenith

O que visitar no Porto?

Perante a imensidão e a diversidade de coisas que há para fazer no Porto e arredores, 24 horas não dão para quase nada, mas dá para um Top 4!

  • Torre dos Clérigos 

  • Passeio de barco no Douro

  • Visita às Adegas do Porto

  • Fundação Serralves 

Perca-se … desfrute dos passeios pelos becos, escadas e calçadas, observe as fachadas de azulejos e as janelas dos sótãos, visite os mercados locais e ouça os músicos de rua. Vá à Ribeira e atravesse a ponte D. Luis sobre o rio Douro; tome uma bebida numa esplanada e goze a vista…

Fiquei com vontade de voltar…até breve gente boa!

♦PS- Tenho uma amiga chamada Rita Branco, que proporciona passeios personalizados, em Brasileiro, no Porto. Ela é um encanto e dá ótimas dicas no seu blog. ♦

PORTO[:]

Concertos no Pátio – o novo spot deste Verão!

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Foi numa noite quente de Verão, que assisti ao meu primeiro concerto no pátio do Castanheiro Boutique Hotel.

Concertos no Pátio – Benjamin

Adoro o design deste hotel. A sua arquitetura combina o antigo com o novo, na perfeição. Inclui belas obras de arte, que me encantam desde que o conheci. Depois há o terraço, cuja vista sobre o Funchal dispensa comentários, de tão bonita que é. Mas o pátio ainda não conhecia, passou por mim despercebido, uma vez, rumo ao restaurante.

Tudo mudou.

À luz das velas e ao som das hipnotizantes canções do Benjamin…

Este pátio dá colo aos que por ali passam, como eu, no final de um dia de trabalho. Apetece ali ficar, a ouvir novas canções, a viver um “sonho de uma noite de verão”…
E porque há mais canções para ouvir, estive à conversa com Francisco Correia, director deste belo hotel:

O que são os Concertos no Pátio?

O Castanheiro Boutique Hotel estreou, em Julho deste ano, uma série de sessões musicais no seu pátio. Desde a sua abertura, no final de 2015, que este hotel tem colaborado com a cena musical regional, das mais diversas formas, quer através da promoção de concertos regulares nos seus espaços, seja com sessões no seu terraço, ou associando-se a eventos e festivais de renome na região. O impulso constante que dá à criação e divulgação cultural tem sido um dos fatores determinantes da sua presença no coração da cidade.

Foi, aliás, esta mesma centralidade, aliada à paixão da sua equipa pelas artes, que levou o Castanheiro Boutique Hotel a criar estas sessões chamadas “Concertos no Pátio”.

Que concertos estão previstos para este verão?

No primeiro ano, o Castanheiro Boutique Hotel chama 3 nomes de peso da nova música Portuguesa. Assim, no dia 11 de Julho, o Pátio do Castanheiro recebeu Joana Espadinha, acompanhada da sua banda. Refira-se que o álbum que a artista lançou em 2018 ficou no 3.º lugar dos melhores do ano para a Antena 3.

O segundo concerto foi no dia 18, onde o público viu Benjamim, que vem acompanhado de mais um músico, para apresentar uma viagem pela sua carreira, que conta com álbuns como Auto-Radio ou 1986, que gravou com Barnaby Keen e que foi um dois preferidos da crítica em 2017.

Benjamim

Para terminar em beleza (única, diga-se) este pátio maravilhoso recebe a talentosa Surma, artista que tem vindo a conquistar Portugal e o Mundo, seja no festival da canção seja em Nova Iorque ou em festivais como South By Southwest, tendo o seu disco Antweropen sido considerado o 2.º melhor de 2017, para a revista Blitz.

Qual o critério de escolha destes músicos?

Sonoridades mais alternativas. Nova música portuguesa de qualidade.

Que outros eventos organiza o Castanheiro Boutique Hotel?

Baile de Carnaval ( Anual ),

Jantar Dançante Madeira em Flor ( Anual ),

Jantares Vínicos (Bimestral ),

Tapas & Wine ( todas as quintas),

Sunset Terrace ( todas as sextas),

Fado no Castanheiro ( todas as segundas),

Música ao vivo todas as semanas de quarta a sábado,

Jantares Concerto com músicos locais e nacionais.

3 boas razões para assistir aos concertos no Pátio?

Excelente música. Espaço intimista e acolhedor. Ideal para conviver e tomar um copo com os amigos.

Obrigada Francisco! :)

Mais informações* telf: +351 29120010 (lugares limitados).

*Preço de cada concerto são 10 € com direito a uma bebida.

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