Swimming with Dolphins in Madeira – Rota dos Cetáceos
During our Easter holidays, we took a fantastic trip in Madeira.
The Rota dos Cetáceos is a tourist animation company dedicated to the observation of cetaceans in Madeira. It offers the opportunity (if weather and visibility conditions allow) to swim with dolphins. It is only allowed to swim with certain species of dolphins, namely painted and common dolphins.
For some time now, my children were asking me to do this experience. Contrary to my belief, there is no minimum age to attend. Children under 5 years go free and between 6 and 11 years old they pay € 34.50. If they want to swim with the dolphins they pay € 43. As for adults, they pay € 49.50 and if they want to swim with dolphins they pay € 65.
In the summer (June to September) there are 3 trips per day (08h45, 12h30 and 16h00), in winter (October to May) 2 trips are made per day (9h00 and 13h30). We took the 1:30 p.m. trip.

We meet at the Marina Shopping office in Funchal, 15 minutes before departure time, for a short briefing. The team of marine biologists explained the security measures, the location of the coast watch points, the species of cetaceans we could find, and gave us some instructions on the equipment provided, as well as the rules for approaching cetaceans.
The trip was made on board of a semi-rigid boat with 18 seats, which allows a very close contact with the species in their natural habitat. This trip lasts 2h30. If you can not see cetaceans, you are given the opportunity to repeat the trip at no extra cost! However, in about 500 000 trips already carried out, in only 60 of the trips, this happened. Luckily, we saw many dolphins and even a turtle!


The experience:
The sea was magnificent, waves hardly moving. It was a hot sunny day. The feeling of floating on the boat was great and the visibility of the coast, as we left the bay of Funchal, unforgettable. On one side, the horizon line with its waterfowl, which made us want to travel offshore. On the other side, the south coast of the island, with its mountain peaks, cliffs, houses with terracotta roofs and domes of the Churches.

In the port of Funchal, the grandeur of the cruise ships, and the beauty of the sailboats we cross by, is memorable. Stories are told in the paintings of the murals of the marina, under the curious glances of the captains, with tanned skins. Curious looks are also those on this cetacean route. My kids peer through the binoculars and spot a group of dolphins in the distance.

The excitement increases, each time we approach a new group, even a turtle that seemed to snooze, cradled by the waves.
There is something in the noise of the sea that anesthetizes us, in the color of the Atlantic sea that pacifies us and in the movement of the dolphins that fascinates us.
Finally, the conditions for the expected diving are met. The masks and respirators are put on. We enter the water gently and grabbed a rope from the boat with one hand to guide us closer to the dolphins.
Down below, the silence is sometimes interrupted by the deafening sound of the tails’ movement and by the unforgettable clicks or squeals of contentment the dolphins make. We feel part of that family and suddenly we are almost like a dolphin, who travels by the ocean …

It was a dream trip, of nature, of dolphins, of pleasure, of sun, salt and sea – not to be missed.
To book this tour visit the website.
This tour was courtesy of the Rota dos Cetáceos but the opinions expressed are my own.[:pt]Nestas férias de Páscoa, fizemos uma viagem fantástica, na Madeira.
A Rota dos Cetáceos é uma empresa de animação turística, dedicada à observação de cetáceos na Madeira. Oferece também a oportunidade (caso as condições de clima, visibilidade o permitam) de nadar com golfinhos. Só é permitido nadar com determinadas espécies de golfinhos, nomeadamente os golfinhos pintados e comuns.
Há já algum tempo, que os meus filhos me andavam a pedir para fazer esta experiência. Ao contrário do que eu julgava, não há mínimo de idade para participar nesta experiência. Crianças com menos de 5 anos não pagam, e entre os 6 e os 11 anos pagam 34,50€. Se nadarem com os golfinhos pagam 43€. Quanto aos adultos pagam 49,50€ e se quiserem nadar com golfinhos pagam 65€.
No verão (Junho a Setembro) existem 3 viagens por dia (08h45, 12h30 e 16h00), no inverno (Outubro a Maio) realizam-se 2 viagens por dia (9h00 e 13h30). Fizemos a viagem da 13h30.

Encontramo-nos no escritório do Marina Shopping, 15 minutos antes da hora de partida, para um pequeno briefing. A equipa de biólogas marinhas explicou-nos as medidas de segurança, a localização dos pontos de vigia na costa, as espécies de cetáceos que poderíamos encontrar e mais algumas instruções sobre o equipamento fornecido e regras de aproximação aos cetáceos.
A viagem foi feita a bordo de um barco semirrígido com 18 lugares, o que permite um contacto muito próximo com as espécies no seu habitat natural. A viagem de barco tem a duração de 2h30.
Se por algum motivo não se conseguirem avistar cetáceos, é dada a oportunidade de repetir a viagem sem custos extra, no entanto das cerca de 500 000 viagens já realizadas, em apenas 60 das viagens é que isso aconteceu. Felizmente, vimos vários golfinhos e até uma tartaruga!

A experiência:
O mar estava magnífico, mal se mexia. Estava um dia de sol quente. A sensação de flutuar no barco foi ótima e a visibilidade da costa, à medida que saímos da baía do Funchal, inesquecível. De um lado a linha do horizonte com as suas aves aquáticas, que nos fazem viajar mar adentro, do outro lado a costa sul da ilha, com os seus picos montanhosos, falésias, casinhas com telhados terracota e cúpulas das Igrejas.

No porto do Funchal, a grandiosidade dos navios de cruzeiro, e a beleza dos veleiros com os quais nos cruzamos, é memorável.É aqui que todas as viagens marítimas começam e acabam. Contam-se histórias nas pinturas dos murais da marina, sob os olhares curiosos dos capitães, de peles bronzeadas.
Olhares arrebatados são também os que se sentem na rota dos cetáceos. Os meus filhos espreitam pelos binóculos e avistam um grupo de golfinhos ao longe.

A excitação aumenta, cada vez que nos aproximamos de um grupo novo, até de uma tartaruga que parecia dormitar, embalada pelas ondas.
Há qualquer coisa no barulho do mar que nos anestesia, na cor do mar atlântico que nos pacifica e no movimento dos golfinhos que nos fascina.
Por fim, reúnem-se as condições para o esperado mergulho. Colocam-se as máscaras e os respiradores, entramos na água suavemente e agarramos numa corda do barco, com uma mão, para sermos guiados. Deixamo-nos ir até mais perto deles.
Lá em baixo, o silêncio é por vezes interrompido pelo som surdo do movimento das caudas e pelos inesquecíveis estalidos ou guinchos de contentamento que os golfinhos emitem. Sentimo-nos parte daquela família e de repente quase que somos um golfinho que viaja pelo oceano…
Foi uma viagem de sonho, de natureza, de golfinhos, de prazer, de sol e de mar – a não perder.
Este passeio foi cortesia da Rota dos Cetáceos mas as opiniões expressas são da minha autoria.

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