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Da Madeira para Londres

“Da Madeira para Londres” por Duarte Câmara

Acredito que a melhor forma de conhecer um destino é através dos olhos de quem lá vive. Por isso, criei esta rubrica no blog “Encontro com os locais”. O objetivo é mostrar, através de pequenas entrevistas, o destino escolhido. 

Desta vez, sugiro uma viagem até Londres, com as dicas do Duarte Câmara, que ali vive há 6 anos.

Conheço o Duarte há cerca de 30 anos. Amigos na adolescência, a quarentena voltou a juntar-nos há poucos meses e nada acontece por acaso. Permitam-me que vos apresente o Duarte Câmara.

A tua biografia:

Nasci na Madeira, onde vivi, até estudar arquitetura no Porto. Ali permaneci durante 7 anos e iniciei a minha vida profissional. Guardo boas recordações das “gentes do Norte” e desta cidade muito própria, de culturas e bairrismos bem enraizados.

Por motivos profissionais e ligação à terra natal, regressei à Madeira para trabalhar numa empresa privada de arquitetura no Funchal. Mais tarde, abri o meu próprio espaço/escritório no Funchal, mas após nove anos, quis um pouco mais e fui para o Reino Unido, à procura de uma nova experiência profissional, internacional.

Atualmente em Londres, combino a arquitetura e o design de sistemas, à criação de “smart homes”.

O que te fez ir para Londres?

Não sou de estar parado e gosto de estar bastante ocupado profissionalmente. Durante os anos que trabalhei na Madeira, tive projetos interessantes no meio residencial e comercial. Investi em formações na arquitetura, e ao mesmo tempo que projetava, fiz avaliações imobiliárias e dei aulas. Apesar de todas estas atividades, houve momentos de estagnação e eu senti que precisava de mais.

Vi alguns dos meus colegas emigrarem, e senti que podia também encontrar novas oportunidades profissionais, numa grande cidade. Conheci Londres na adolescência, numas férias, e desde então marcou-me como um lugar especial. Pela proximidade à Madeira, foi fácil escolher este destino para uma nova aventura profissional.

trafalgar square

Trafalgar Square

Se um amigo te fizesse uma visita em Londres, onde é que o levarias a passear?

Manhã

Pequeno-almoço em Notting Hill, na Portobello Road, de preferência num café com esplanada, para vermos de perto o movimento do mercado de rua de antiguidades Portobello Road Market (sábado é o principal dia). Depois de vaguear pelo mercado, descíamos em direção ao Hyde Park, e cruzávamos os jardins Kensington Gardens, em direção a Bankside. Após passeio à beira-rio e para abrir o apetite, o pub Anchor Bankside, é uma boa opção. 

Kensignton Gardens

Kensignton Gardens

Almoço

Rumo a Greenwich, num passeio de barco no rio, a partir de um dos pontões Bankside ou London Bridge City. Por lá almoçávamos no Greenwich Market, com muitas opções de “street food”.

Chinese Street Food – Jian Bing

Tarde

De volta ao centro, e por ser quase obrigatório subir a um ponto alto para as melhores perspetivas da cidade, escolheria o Sky Garden, no topo do edifício Walkie Talkie – o jardim público mais alto de Londres, com uma vista de 360 ​graus (Clique aqui para ver a vista)!  Note que é necessário reservar com antecedência.

Jantar

Talvez um bom bife de carne argentina no Gaucho, (uma cadeia que tem vários restaurantes em Londres). Conheço o de Chancery Lane, em Holborn e gostei da experiência. Para animação noturna, gosto dos bares que se situam na zona de Shoreditch.

Qual o teu ponto de encontro em Londres?

As estações de comboio são sempre pontos de encontro interessantes pela sua posição estratégica. Além de me trazerem boas memórias, existem sempre pubs interessantes nas redondezas, para as primeiras conversas.

Vauxhall Train Station

Vauxhall Train Station

A zona de Covent Garden, com a sua praça sempre cheia de artistas de rua, pubs, restaurantes e mercado, é sempre um spot fantástico para começar um fim de tarde numa sexta-feira.

Sugestão de melhor relação qualidade/preço para ficar alojado em Londres?

Aconselho ficar fora do centro, como por exemplo em Wimbledon (Zona 3). Esta localidade residencial tem uma fantástica rede de transportes, que nos leva ao centro em apenas 20-30 minutos. Além de ser pitoresco, Wimbledon tem o seu ar verdejante, que nos lembra o campo. Não é à toa que o seu lema é: “Wimbledon is where town meets country”. 

Wimbledon Village

Wimbledon Village

No centro de Wimbledon, fica o renovado Premier Inn Wimbledon (Broadway)– uma boa opção.

Para mais opções em Wimbledon  clique aqui

Outras zonas de Londres, pesquise aqui: Booking.com

Dicas de transportes em Londres

Como ir do Aeroporto de Gatwick/Heathrow para o centro de Londres?

Londres tem um bom sistema de transportes públicos, estruturado da Zona 1 à Zona 6, de forma radial. Temos ainda as Zonas 7, 8 e 9, fora da Grande Londres.

River THAMES

River Thames

Nos principais aeroportos, como Gatwick (fora da Grande Londres), temos sempre comboios para o centro, para além dos táxis e autocarros. Do Aeroporto Heathrow (Zona 6) podemos também ir de metro, com paragem no interior do aeroporto.

  • Aproveito para falar do Oyster card, que é um cartão/passe, essencial em Londres. Além das opções: passe diário, semanal, mensal, pode ser usado como cartão recarregável (valor mínimo de 5 libras). Pode adquiri-lo nas estações de comboio/metro ou nas lojas exteriores de jornais/revistas (aqui designadas por “newsagents”). Dá-nos acesso a toda a rede de transportes públicos (Zonas 1- 9), autocarros, comboios, metro, elétricos, barco, e ainda ao Emirates Air Line, (um teleférico singular, a sudoeste da cidade, que cruza o rio). Geralmente, fora da Grande Londres, o Oyster Card não cobre e é necessário pagar outras tarifas (mas existem exceções como o aeroporto de Gatwick).

Qual o teu restaurante preferido em Londres?

Dos inúmeros restaurantes que aqui existem, vou selecionar dois, de diferentes registos, mas ambos fantásticos, que têm sido pontos obrigatórios de paragem, sempre que tenho visitas da família ou amigos. Estão sempre cheios, com aquele frenesim e dinâmica caraterística dos bons restaurantes. Em Londres, a reserva de mesa é geralmente recomendada.

O Wright Brothers, em Borough Market.

Oysters

Ostras

Conheci esta preciosidade, por acaso, numa visita de um amigo, quando passeávamos perto de London Bridge à procura de uma marisqueira. Esta marca é fornecedora de peixe e marisco para diversos restaurantes.

Existem 5 restaurantes desta cadeia, mas o primeiro (perto do famoso Borough Market) é o meu preferido. Pequeno e sempre movimentado, comer marisco nas suas mesas apertadas ou ao balcão é sempre uma experiência deliciosa.

O último que abriram, fica perto da emblemática Battersea Power Station, e conta com uma esplanada para o rio. É espaçoso, quer para grupos maiores, ou refeições de caráter mais calmo. Sugiro começar por umas ostras, da costa inglesa ou francesa, mesmo para quem não é apreciador. Eu até nem era, mas ali fiquei rendido, e todas as vezes que lá vou, peço uma travessa (faz parte do ritual). O mexilhão é do mais saboroso que já comi até hoje, sobretudo acompanhado por um bom vinho branco francês.

Antes do almoço, sugiro experimentar as cervejas artesanais, que existem na Battersea Brewery para abrir o apetite.;)

Battersea Brewery

Battersea Brewery

Outro restaurante que gosto muito chama-se Mediterraneo.

Fica em Notting Hill, perto de Portobello Road, e é um restaurante italiano. Cheio de estilo, confortável e caseiro, conheci-o através de locais, e a partir daí tornou-se ponto de paragem obrigatória. Gosto do Tonnarelli com tomate cereja, bacon italiano e queijo pecorino romano, ou o Fettuccine com cogumelos selvagens, pinhões e bacon italiano. Para terminar sugiro o cheesecake de morango.

Qual a tua loja preferida em Londres?

carnaby street

Carnaby Street

We built This City, Para souvenirs diferentes e originais, como pequenas peças de arte, ou ilustrações – uma loja que faz lembrar uma pequena galeria de arte. Fica situada na Carnaby Street, e patrocina jovens artistas locais.

Tate Modern tem no seu interior três lojas. A minha preferida fica no edifício Blavatnik Building. Consigo lá passar horas, a ver/escolher livros de arte e arquitetura.

London Graphics é essencial para qualquer artista plástico, designer e arquitecto, no que se refere a material técnico e artístico.

Qual é teu refúgio em Londres?

Perto do rio, é sempre onde acabo por ir. Bankside e Richmond, completamente distintos um do outro, são os meus locais favoritos. A minha paixão pela pintura, leva-me muitas vezes à Bankside Gallery, a casa da Royal Watercolour Society. Pequena e confortável, conta exposições de aguarelas contemporâneas.

Richmond

Richmond bridge

 

Se algum colega teu te pedisse 3 conselhos sobre ir trabalhar para Londres, o que dirias?

Preparação e planeamento são as palavras-chave.

Primeiro: estudar a cidade.

A preparação antes da chegada é essencial. Perceber como é que a cidade está organizada: entender os principais bairros acima e abaixo do rio, e entender de que forma estão estruturados os códigos postais (essencial para percebemos onde estamos e para onde queremos ir).

London map

London map

Segundo: obter o máximo de informação em relação ao panorama pós-Brexit. A entrada no Reino Unido, para efeitos de residência/trabalho, exige agora visto de trabalho. Este pode ser obtido no site do governo através de um sistema de pontos, consoante as qualificações, tipo de trabalho, etc. Agora é necessário obter, antecipadamente, uma oferta de trabalho de uma empresa certificada, com um valor estipulado de salário anual, e um nível de inglês intermédio. Para mais alguma informação pode visitar o site do Consulado Geral de Portugal.

Terceiro: pesquisar a zona de futura residência.

Ver ofertas para alugar casa/apartamento, pesquisar as zonas e suas diferenças. A maior parte das empresas empregadoras valoriza a proximidade ao local de trabalho. 

Hoje existe muita informação na internet, e blogs como por exemplo: Tuga em Londres e Londonist. Para procurar casa, sugiro sites como Rightmove e Zoopla.

Do que mais sentes falta em relação à Madeira?

Da leveza do ar que aí se respira. Do tempo que aí temos, que rende imenso e que nos dá liberdade para fazermos muita coisa num só dia. Da imensidão visual do mar.

E claro, acima de tudo, a família, os amigos, as festividades e eventos sociais, aos quais estava tão habituado.

A tua viagem de sonho é?

Japão, por ser um país complexo, e cheio de contrastes – culturas antigas que coexistem com uma das sociedades mais avançadas tecnologicamente. Pelo que trouxe à arquitetura contemporânea ocidental, a simplicidade, o minimalismo e a perfeita simbiose com os elementos naturais.

O teu lema é?

Nunca desistir! Em Londres aprendi que insistir e esperar, pelo que realmente acreditamos e queremos, é grande parte do percurso já atingido.

 

Obrigada Duarte! 🙂

 

Estreito da Calheta

Escapadinha no Estreito da Calheta: o que ver e fazer num roteiro de 3 dias

Escapadinha no Estreito da Calheta: o que ver e fazer num roteiro de 3 dias.

O Estreito da Calheta, fica cerca de 40 km do Funchal. Uma curta viagem de 45 minutos carro permite-nos chegar a este cantinho da ilha. Tenho que confessar que andava a sonhar com esta escapadinha há já algum tempo…Um flirt antigo pelo Hotel Átrio, foi a motivação perfeita para seguir em frente. Fiquei rendida.

hotel atrio

Dia 1 | Estreito da Calheta | (sexta-feira)

Hotel Átrio - reserve online

À tranquilidade da sua localização, soma-se o bom gosto na decoração, com especial atenção aos detalhes e à empatia no atendimento. O pátio central é a área de reunião em destaque. Está bem iluminado pelo sol, pontuado com pequenas árvores de frutos e rodeado por paredes de cores quentes, envolventes, que parecem dizer “bem-vindos”. Permite o acesso ao restaurante, e a um corredor que nos leva ao jardim e à piscina. Há flores por todo o lado, e caminhos ladeados por natureza – aqui o silêncio é rei.

hotel atrio

Ficamos no bungalow nº 11, que tem uma cama muito gira, cliquem aqui para ver o vídeo. 

hotel átrio

Acabamos por passar a tarde a relaxar nas espreguiçadeiras junto à piscina…e até travamos amizade com um gato de nome “Serrano”. 

Ao jantar, fomos a um restaurante que descobrimos por acaso, à beira da estrada, e que foi um sucesso! Chama-se Fontes do Horácio.

fontes do Horácio

Dia 2 | Estreito da Calheta | Jardim do Mar | Paúl do Mar (sábado)

Após o pequeno-almoço, junto à piscina, pedimos orientações para percorrer as levadas ali perto. Subindo o caminho de asfalto junto ao hotel, chegamos a uma casa branca da Guarda Florestal. Se formos para o lado esquerdo, chegamos aos Prazeres e à Ponta do Pargo, se formos para o lado direito, vamos dar à Estrela da Calheta e aí temos duas opções:

1) Descer no sinal indicador (Lombo/Estrela) em direção à estrada da Estrela da Calheta ou

2) seguir em frente em direção ao Rabaçal.

Optamos pela opção 1) (cerca de 2h-3h de caminhada até à Estrela) e depois apanhamos um táxi de volta ao hotel, onde almoçamos e passamos a tarde na doce preguiça do “fazer nenhum”. 

Também aprendemos uma curiosidade, somos apelidados de “Lanchas”, 🙂 sim é esse o nome dado aos Funchalenses nesta parte da ilha. Aparentemente, tinha a ver com a ligação por lancha entre o Funchal e a Calheta, nos velhos tempos. 

À noite, fomos ao Jardim do Mar, para percorrer os seus becos e ruelas tão pitorescos. Ali encontram-se dois restaurantes que gosto muito, o Joe’s Bar e o Portinho, mas para variar fomos ao Paúl do Mar, onde petiscamos num dos bares junto ao porto.

Outro sitio, onde se come muito bem peixe, no Paul do Mar, é o Maktub, conhecido pelos famosos mojitos, e as vistas ao por do sol.

No regresso ao Hotel, descobrimos um Wine Bar bem catita, chamado D’ALMA. Chocolate & um cálice de Vinho Madeira…deram-me sonhos felizes.

dalma

Dia 3 | Estreito da Calheta | Prazeres (domingo)

Neste dia, percorremos a opção 1 da Levada, rumo aos Prazeres, cerca de 1h/1h30m consoante a passada e paragens para fotografias. Nos Prazeres, fomos ao XS Café, um sitio com muita pinta, famoso pela tarde de maçã e pelo brownie que posso confirmar – delicioso. 

Depois visitamos a Galeria de Arte dos Prazeres que tinha algumas obras interessantes, de artistas madeirenses. Terminamos a visita com um copo de cidra no café da Galeria, acompanhado por uma fatia de bolo de laranja caseiro.

No regresso ao hotel, viemos pela estrada principal, por entre eucaliptos e sombras que dançavam com o vento.

Depois de tanto doce, o almoço foi uma salada leve junto à piscina, seguida de banhos de sol.

No final da tarde, fomos ao PUKIKI o único TIKI BAR da Madeira, que recomendo vivamente. O ambiente, a história da ligação Madeira-Hawai, a autenticidade e os cocktails são uma delícia. Se nunca lá foram, experimentem um dia destes.

 

Foi o final feliz para um fim-de-semana que soube a férias, e nos fez sentir lá fora, cá dentro. Estávamos a precisar disto…

Obrigada  ♥

 

caminhadas curtas na Madeira

3 caminhadas para fazer numa manhã, na Madeira (2-3 horas)

Na semana passada, tirei 3 dias de férias. O objetivo era simples – caminhadas curtas com meus filhos, junto da natureza, e algum tempo livre de preocupações. Na Madeira, de momento, o uso de máscara é obrigatório. Restaurantes, comércio e alguns passeios continuam abertos até às 17h00 aos fins-de-semana e às 18h00 aos dias de semana – as restrições relativas a COVID-19 são ajustadas semanalmente.
Procuramos caminhadas curtas (2-3 horas, consoante a velocidade à qual se caminha…) pretendíamos sair de manhã cedo e regressar à hora do almoço.
Dito e feito – aqui partilho algumas fotos.

Passeio 1 – Ponta de São Lourenço – Caniçal

O percurso está, na sua generalidade, bem delimitado. Tem algumas zonas ventosas e íngremes que exigem “bons joelhos”, especialmente nas subidas e descidas, com vistas fabulosas sobre o mar, quer a norte, quer a sul. Como o dia estava límpido, vimos inclusive o Porto Santo. Tem um bar de apoio no final do trajecto, e fácil acesso ao mar, no cais do sardinha. Existem também viagens de barco rumo à Quinta do Lorde em alternativa, mas nós optamos por caminhar de volta ao ponto de partida, na Baía d’Abra.

caminhadas curtas na Madeira

caminhadas curtas na Madeira
caminhadas curtas na Madeira
caminhadas curtas na Madeira

 

Passeio 2- Levada Nova – Caniçal

Situada no Caniçal, esta levada começa mesmo junto à saída túnel do Caniçal na estrada antiga (estrada regional 109). Segue o curso da levada até ao cemitério e oferece vistas deslumbrantes sobre esta área. Pode voltar para trás, pelo mesmo percurso ou seguir, rumo ao mar, até ao centro da vila. Conheça também este alojamento no Caniçal.
caminhadas curtas na Madeira
caminhadas curtas na Madeira
caminhadas curtas na Madeira

Passeio 3 – Levada do Moinho/Nova – Ponta do Sol

Demorámos alguns minutos a encontrar o início da levada, mas logo vimos a placa sinalizadora mesmo atrás da Capela da Lombada da Ponta do Sol. Junto à Capela há também um moinho histórico, fácil de identificar. A Levada do Moinho é muito bonita, e percorre os recortes de uma belo vale na Ponta do Sol, quase sempre em percurso plano. Depois existe um trilho com vários degraus que podemos subir e que nos levam à levada nova, onde pode fazer o trajeto de regresso, (no sentido contrário). Este trilho tem algumas zonas mais vertiginosas, menos protegidas, e passa por uma bela cascata e alguns túneis. No final do trilho, chegamos à estrada regional que nos leva de volta à Capela.

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Capela da Lombada da Ponta do Sol

caminhadas curtas na Madeira

Acesso à Levada do Moinho

levada do moinho

levadadomoinho

levada do moinho

Escadas de acesso à Levada Nova

levadamoinho

 

Mantenha-se em segurança enquanto desfruta da beleza natural da Madeira.

Cuide-se ♥ Sofia

24 Horas no Porto

24 Horas no Porto

Locais para dormir, comer e visitar

24 hours in porto

Visitei recentemente o Porto e soube-me tão bem a escapadinha! Foi apenas um fim de semana onde se juntou o útil (congresso) ao agradável, com direito a um dia para passeios pela “Invicta”. Já lá tinha estado com amigos e com os meus filhos, mas desta vez fui sozinha. Deixo aqui algumas dicas.

Nota: Este site contém links afiliados. Se fizer uma compra através desses links, posso ganhar uma comissão sem nenhum custo extra para si. Obrigada!♥

O que convém saber?

Existem voos diretos diários do Funchal para o Porto: easyjet, Transavia ou Tap. Ao chegar ao Aeroporto do Porto, existe ligação direta com o Metro, Linha E, com trajeto direto à estação Trindade, uma das mais centrais do Porto, onde encontra ligações para outras linhas. Dura cerca de 30 minutos e o bilhete de metro custa 2€ + cartão andante recarregável 0,60€. (Atenção, tem que validar o cartão ao iniciar cada viagem, mesmo ao mudar de linha.)

Onde ficar no Porto?

O que não faltam são sitios giros para ficar no Porto, desde hotéis de 5 estrelas, a hostels, ou Airbnb’s. Costumo ficar no Gallery Hostel, na rua Miguel Bombarda.

Para a próxima na wishlist estão:

. Torel 1884 Suites & Apartments, 

. PortoBay Hotel Teatro

. Mo House

. Baumhaus Serviced Apartments.

Onde comer no Porto?

Ui, as opções são infinitas…deram-me várias dicas mas posso dizer que em 24 horas experimentei dois clássicos, aqueles restaurantes à moda antiga, onde nos sentamos ao balcão à conversa, com um “fininho”.

Casa Guedes e a sua famosa sandes de pernil com molho (usem vários guardanapos…;)

Marisqueira Madureira: o preguinho, o caldo verde, os rissolzinho, a francesinha, o camarão…é tudo bom.

Também fui ao Zenith, o brunch, a música, o ambiente, o serviço, a cerveja da casa… correu tudo bem, apesar de haver uma fila enorme na porta para entrar.

zenith

O que visitar no Porto?

Perante a imensidão e a diversidade de coisas que há para fazer no Porto e arredores, 24 horas não dão para quase nada, mas dá para um Top 4!

  • Torre dos Clérigos 

  • Passeio de barco no Douro

  • Visita às Adegas do Porto

  • Fundação Serralves 

Perca-se … desfrute dos passeios pelos becos, escadas e calçadas, observe as fachadas de azulejos e as janelas dos sótãos, visite os mercados locais e ouça os músicos de rua. Vá à Ribeira e atravesse a ponte D. Luis sobre o rio Douro; tome uma bebida numa esplanada e goze a vista…

Fiquei com vontade de voltar…até breve gente boa!

♦PS- Tenho uma amiga chamada Rita Branco, que proporciona passeios personalizados, em Brasileiro, no Porto. Ela é um encanto e dá ótimas dicas no seu blog. ♦

PORTO

Concertos no Pátio – o novo spot deste Verão!

Foi numa noite quente de Verão, que assisti ao meu primeiro concerto no pátio do Castanheiro Boutique Hotel.

Concertos no Pátio – Benjamin

Adoro o design deste hotel. A sua arquitetura combina o antigo com o novo, na perfeição. Inclui belas obras de arte, que me encantam desde que o conheci. Depois há o terraço, cuja vista sobre o Funchal dispensa comentários, de tão bonita que é. Mas o pátio ainda não conhecia, passou por mim despercebido, uma vez, rumo ao restaurante.

Tudo mudou.

À luz das velas e ao som das hipnotizantes canções do Benjamin…

Este pátio dá colo aos que por ali passam, como eu, no final de um dia de trabalho. Apetece ali ficar, a ouvir novas canções, a viver um “sonho de uma noite de verão”…
E porque há mais canções para ouvir, estive à conversa com Francisco Correia, director deste belo hotel:

O que são os Concertos no Pátio?

O Castanheiro Boutique Hotel estreou, em Julho deste ano, uma série de sessões musicais no seu pátio. Desde a sua abertura, no final de 2015, que este hotel tem colaborado com a cena musical regional, das mais diversas formas, quer através da promoção de concertos regulares nos seus espaços, seja com sessões no seu terraço, ou associando-se a eventos e festivais de renome na região. O impulso constante que dá à criação e divulgação cultural tem sido um dos fatores determinantes da sua presença no coração da cidade.

Foi, aliás, esta mesma centralidade, aliada à paixão da sua equipa pelas artes, que levou o Castanheiro Boutique Hotel a criar estas sessões chamadas “Concertos no Pátio”.

Que concertos estão previstos para este verão?

No primeiro ano, o Castanheiro Boutique Hotel chama 3 nomes de peso da nova música Portuguesa. Assim, no dia 11 de Julho, o Pátio do Castanheiro recebeu Joana Espadinha, acompanhada da sua banda. Refira-se que o álbum que a artista lançou em 2018 ficou no 3.º lugar dos melhores do ano para a Antena 3.

O segundo concerto foi no dia 18, onde o público viu Benjamim, que vem acompanhado de mais um músico, para apresentar uma viagem pela sua carreira, que conta com álbuns como Auto-Radio ou 1986, que gravou com Barnaby Keen e que foi um dois preferidos da crítica em 2017.

Benjamim

Para terminar em beleza (única, diga-se) este pátio maravilhoso recebe a talentosa Surma, artista que tem vindo a conquistar Portugal e o Mundo, seja no festival da canção seja em Nova Iorque ou em festivais como South By Southwest, tendo o seu disco Antweropen sido considerado o 2.º melhor de 2017, para a revista Blitz.

Qual o critério de escolha destes músicos?

Sonoridades mais alternativas. Nova música portuguesa de qualidade.

Que outros eventos organiza o Castanheiro Boutique Hotel?

Baile de Carnaval ( Anual ),

Jantar Dançante Madeira em Flor ( Anual ),

Jantares Vínicos (Bimestral ),

Tapas & Wine ( todas as quintas),

Sunset Terrace ( todas as sextas),

Fado no Castanheiro ( todas as segundas),

Música ao vivo todas as semanas de quarta a sábado,

Jantares Concerto com músicos locais e nacionais.

3 boas razões para assistir aos concertos no Pátio?

Excelente música. Espaço intimista e acolhedor. Ideal para conviver e tomar um copo com os amigos.

Obrigada Francisco! 🙂

Mais informações* consulte link ou telf: +351 29120010 (lugares limitados).

*Preço de cada concerto são 10 € com direito a uma bebida.

 

Ver golfinhos & baleias a bordo de um catamarã de luxo, no Funchal

Ver golfinhos & baleias a bordo de um catamarã de luxo, no Funchal | VIP DOLPHINS

Há uma nova experiência de luxo no Funchal! É disponibilizada pela empresa VIP DOLPHINS e o objetivo é observar golfinhos, baleias e tartarugas, a bordo do Ultimate – um catamarã de luxo, com tudo incluído.

No mês passado, tive oportunidade de fazer este passeio 🙂

– Como foi a experiência?

Foi ótima! Vimos imensos golfinhos, dois cachalotes e duas tartarugas.

O mar parecia uma piscina e este catamarã é super!

– Quanto tempo demora uma viagem para ver golfinhos, no catamarã de luxo VIP DOLPHINS ?

A viagem demora cerca de 3 horas. O ponto de encontro é na nova marina, perto da praça do povo, em frente ao quiosque “OceanSee”, mas convém comparecer 15 minutos antes da partida. O percurso habitual vai até ao Cabo Girão e regressa ao Funchal.

Ponto de encontro

Cabo Girão

– Conseguem avistar sempre golfinhos no catamarã de luxo VIP DOLPHINS ?

Ao que parece, conseguem avistá-los em 98% das viagens, mas em todo o caso, oferecem uma segunda viagem gratuita, caso isso não aconteça. Se as condições climatéricas não permitirem fazer a viagem, entram em contacto com o cliente, para emitir um reembolso ou reagendar.

– Quantas pessoas estavam a bordo do catamarã de luxo VIP DOLPHINS?

Éramos poucos – destina-se apenas a grupos restritos, no máximo 17 pessoas (além do staff), o que torna toda a experiência muito mais agradável e com mais visibilidade.

À chegada, fomos recebidos pelas biólogas marinhas da VIP DOLPHINS, que participam em projetos de investigação, como o Projeto Cetus, e também reportam ao Parque Natural da Madeira. Uma das biólogas marinhas está também a fazer um estudo, sobre o impacto que os motores de barcos podem ter no comportamento dos golfinhos.

Ao longo da viagem explicaram-nos alguns comportamentos naturais (entre outras curiosidades) dos golfinhos e baleias que podemos encontrar na Madeira.

Maria, Dominique, Rúben e Pedro foram muito simpáticos e atenciosos, sempre disponíveis para qualquer pedido ou questão. Tiram também algumas fotografias, se desejarem, que enviam posteriormente por e-mail, gratuitamente. (O acesso à Wi-fi é também gratuito a bordo)

 

– As bebidas o os snacks são pagos?

Há bar aberto, gratuito, durante toda a viagem, quer sejam bebidas alcoólicas ou não. Fui recebida com um copo de champanhe e também servem snacks, como bolo do caco, pastéis de nata, broas e gelados, que são gratuitos.

 

 

 

Giro 🙂

– Que golfinhos e baleias viste a bordo do catamarã de luxo VIP DOLPHINS?

Estava na flybridge, quando começamos a avistar alguns golfinhos roaz. À medida que nos aproximamos, vimos saltos e piruetas, foi incrível! Também vimos duas baleias – cachalotes. Fiquei impressionada com tamanho das suas cabeças, que beleza! Vimos também duas tartarugas marinhas. Flutuavam descontraidamente e o mar, que mal se mexia, parecia embalá-las.

– Podemos mergulhar junto ao Cabo Girão?

É possível mergulhar, e disponibilizam equipamento de snorkelling, gratuitamente. Também podem tomar duche a bordo se desejarem, as casas de banho estão bem equipadas e disponibilizam chinelas de praia, caso precisem – mais um simpático detalhe da VIP Dolphins 😉

– Em que é que se distingue de outros passeios de catamarã que já tenhas feito?

A experiência é diferente, mais exclusiva. A sensação que temos é a de estar num iate de um amigo a ouvir música, entre conversas descontraídas, comes e bebes.

Além disso, o catamarã de luxo tem diferentes áreas onde podes circular, quer no interior, quer no exterior, com sofás, mesas e pufes confortáveis. Tem também 4 quartos de dormir, caso queiram alugar por um dia inteiro, para ir ao Porto Santo, por exemplo, ou para passar um dia no mar, em grupo. (Vejam aqui os preços)

 

 

Na verdade, cada passeio de catamarã é uma surpresa, não há duas experiências iguais. Ver golfinhos, baleias, ou tartarugas, no mar, é sempre especial, e naquele ambiente luxuoso é ainda melhor, mais tranquilo, mais relaxante.

Depois de uma tarde em pleno oceano, com vista privilegiada sobre o Funchal, senti paz e gratidão. 

Obrigada à VIP Dolphins por me terem proporcionado ver golfinhos e baleias na Madeira, a bordo do vosso catamarã de luxo!


– Informações úteis

Preços*: 

Adultos – 75 €, Crianças: dos 2 aos 5 anos – Grátis, Crianças: dos 6 aos 15 anos – 40 €

*Reserve já e use o código “madeiratomars” para obter um desconto de 20% !! 🙂

Inclui champanhe a bordo, snacks e bebidas, wi-fi, reportagem fotográfica e equipamento de snorkelling.

Horários*:

Todos os dias de 1 de abril a 31 de outubro*:

9h-12h | 13h-16h | 16h15-19h15

De segunda a sábado, de 1 de novembro a 31 de março*:

9h30-12h30 | 13h30-16h30

Reservas:

Tel.: +351 924 438 001 | E-mail: oceanopioneiro@gmail.com | Site: https://vipdolphins.com

*Reserve já e use o código “madeiratomars” para obter um desconto de 20% ! 🙂

 

*Informação em junho 2019


Nota: Este artigo foi suportado pela VIP DOLPHINS, mas as opiniões aqui expressas são da minha autoria.

Porto Santo

3 dias na ilha do Porto Santo | Itinerário para toda a Família

3 dias na ilha do Porto Santo | Itinerário para toda a Família

Na Páscoa, fomos para a ilha do Porto Santo passar alguns dias. Queríamos um destino perto, que nos afastasse do computador e nos oferecesse ar livre. A ilha do Porto Santo satisfez plenamente.





O Porto Santo é um destino paradisíaco. Tem uma paisagem pura e bonita, e assim que metemos o pé na areia ficamos apaixonados. É tão suave e dourada! As cores do mar são vivas, com milhares de tons de azul, quase hipnotizantes. É um destino tranquilo, perfeito para famílias que procuram relaxar na praia, jogar golfe, mergulhar, fazer caminhadas, aproveitar o estilo de vida local ou todas as opções acima.

Como visitar a Ilha do Porto Santo?

De barco da Madeira ou de avião.

No momento, haviam voos diretos para a Ilha do Porto Santo da Madeira, Lisboa, Milão e Copenhaga.

Como é o clima na Ilha do Porto Santo?

É geralmente ameno, com temperaturas médias de 18,5ºC, no entanto pode ser instável e ter um pouco de chuva ou nuvens, entre dias de sol mais que perfeitos. Tivemos muita sorte em abril pois recebemos 3 dias completos de sol.

3 dias na ilha do Porto Santo | Itinerário para a Família

Dia 1 ⇒ O barco partiu do Funchal às 8 da manhã e chegou por volta das 10:20 da manhã à Ilha do Porto Santo. Nós caminhamos até ao centro da cidade e fizemos o check-in no hotel – demoramos cerca de 35 minutos a pé para chegar ao Hotel Praia Dourada. O hotel é simples, mas muito simpático. Tem uma localização central (não é preciso carro). A equipa é prestável, o pequeno-almoço está incluído (fruta fresca), e tem um solário com piscina. A destacar: No dia do check-out, é possível tomar duche no hotel antes de ir para o barco.

Fomos diretos para a praia e almoçamos junto ao mar. Vale a pena provar iguarias locais como o gaiado de escabeche, polvo e o atum.

 Voltamos depois para o hotel para descansar / desfrutar da piscina ou ler um livro nas espreguiçadeiras. Há também uma mesa de pingue-pongue que manteve as crianças entretidas. Terminámos a tarde com o típico gelado do Porto Santo – “Lambeca”.

 À noite, fomos até ao cais e jantamos numa pizzaria lá perto. Estava uma linda noite de lua cheia.


Dia 2 ⇒ Após o pequeno-almoço, decidimos explorar o mercado local de artesanato, em frente à igreja, onde encontrei este postal da Loja do Profeta, com os elementos icónicos do Porto Santo. . Amei!

De seguida, alugamos algumas bicicletas (perto do Hotel Torre Praia) para explorar um pouco da ilha. Os preços rondam os 3 € por hora / por bicicleta, mas é mais barato se alugar por 24h. Fomos até a Calheta e voltamos ao Aparthotel Luamar, pois há uma loja do outro lado da rua onde pode devolver as bicicletas (só alugamos por uma hora). Passamos a manhã na praia, a desfrutar da areia morna, das ondas e do sol.

Ao almoço, provamos o famoso prego no João do Cabeço.

Passamos a tarde na praia. Fizemos uma longa caminhada de volta ao hotel, admirando a paisagem entre conversas soltas.

 Paramos num bar da praia para comer alguns camarões e bolo do caco e, em seguida, continuamos a nossa caminhada de volta para o hotel. Ao jantar, escolhemos “O Forno” famoso pelos seus frangos!


Dia 3 ⇒ Começámos a manhã com uma caminhada até à Capela da Graça, onde começa o trilho PR3 (fica a cerca de 25 minutos a pé do hotel).

O trilho PR3 tem duas opções, uma para a Camacha e outra para o Ribeiro Formoso. Escolhemos a opção mais curta, de 2,9 km, até à Camacha.

A caminhada é fácil de seguir, e as vistas são fantásticas. Há partes onde andamos por entre  enormes catos e outras com vistas largas sobre a praia.

Adoramos a caminhada, especialmente porque oferece diferentes perspectivas da ilha, todas belas únicas. Pico Castelo, Capela da Graça, belas árvores e flores. Vimos também alguns caracóis.

Demorámos cerca de uma hora a completar esta caminhada desde a Capela da Graça até à Camacha.

Terminamos num bar local onde chamamos um táxi para nos levar de volta à Calheta, onde fomos nadar e almoçar. A Calheta tem as mais belas formações rochosas e as crianças ficaram muito entretidas a explorar a área.

Caminhei de volta para o hotel, com meu filho mais velho. Tivemos oportunidade de ver a bebé foca-monge que recentemente foi notícia! Aparentemente, vem descansar na praia durante o dia e vai caçar comida durante a noite. Há uma grande área de segurança, e alguns guardas da natureza certificam-se de que não é perturbada. Oh, que presente poder ver esta linda criatura. Espero que ela continue a crescer cada vez mais forte! Hora de ir para casa … banhos tomados e malas prontas a tempo de uma última lambeca! Apanhamos o autocarro local até ao porto e apreciamos as vistas da nossa ilha, de volta a casa.


Com um belo pôr-do-sol e almas rejuvenescidas, estamos de volta à escola e ao trabalho.

Obrigada, Porto Santo! ♥

Casas e apartamentos de luxo na Madeira – Madeira Legacy

Casas e apartamentos de luxo na Madeira – Madeira Legacy

*Informação a abril 2019

A Ilha da Madeira é uma paixão de longa data, para muitos visitantes. O clima ameno, as horas de sol por ano, o estilo de vida e a proximidade do mar e do continente europeu, são apenas algumas das muitas razões que fazem da Madeira uma escolha ideal. Muitos acabam mesmo por comprar casas ou apartamentos na Madeira, quer para passar férias, gozar a reforma ou para viver permanentemente.

Neste artigo, estivemos à conversa com a Madeira Legacy que partilha dicas úteis sobre como comprar uma propriedade na Ilha. Conheça algumas casas e apartamentos de sonho na Madeira.


1. Quem é a Madeira Legacy e o que a diferencia das outras imobiliárias?

A Madeira Legacy é uma empresa imobiliária sediada no Funchal, com 13 anos de experiência no mercado imobiliário, direcionada para imóveis de qualidade e luxo.

O que nos diferencia é o acompanhamento ao cliente – a nossa equipa de profissionais foca-se diariamente em atender, acompanhar e satisfazer as necessidades dos que nos procuram. Queremos ajudar os nossos clientes a transformar sonhos em realidade, esse é o nosso objetivo.

2. Quais são os requisitos básicos para comprar uma casa/apartamento na Madeira?

Em primeiro lugar contactar a Madeira Legacy :). Os requisitos básicos são, sobretudo, ter vontade e condições financeiras para adquirir um imóvel nesta maravilhosa ilha. Em seguida, seguir todos passos apresentados no nosso guia.

3. Como funciona o processo de compra de uma casa/apartamento na Madeira Legacy?

Após o primeiro contacto, segue-se a apresentação/visita de vários imóveis, de acordo com a lista de desejos do cliente. A nossa lista de propriedades é vasta e diversificada, em termos de preços, tipologia e localização, e sempre baseada na qualidade.Quando o cliente encontra o imóvel que procura, é muito simples – passamos à fase seguinte:

-Contrato de promessa compra e venda (caso solicitado crédito bancário para a compra)

-Escritura

4. Quais são as zonas mais procuradas na Madeira?

O Funchal é uma das zonas mais procuradas na Madeira, sem dúvida. Temos imóveis em áreas mais tradicionais como zonas históricas, como também em áreas que são uma tendência, como é o caso do Lido e Ajuda.

5. Que tipo de assistência ou apoio oferecem aos vossos clientes – é possível comprar uma casa/apartamento na Madeira à distância?

Sim, é possível e damos todo o apoio necessário.

A Madeira Legacy faz toda a mediação de imóveis (compra, venda e trespasse). Tratamos também do arrendamento/administração dos imóveis, e fazemos as remodelações e decorações necessárias. Este serviço já foi prestado a muitos investidores, quer nacionais, quer estrangeiros e o feedback foi muito positivo. Temos um vasto leque de parcerias nas áreas: jurídica, contabilística, decoração, engenharia e arquitetura. Damos um acompanhamento completo ao cliente, nomeadamente ao residente não habitual, na avaliação patrimonial, tradução dos documentos, acesso ao Golden Visa, recuperação e decoração de imóveis.

Este é um trabalho que nos dá imenso prazer e o nosso foco é ir sempre ao encontro das necessidades particulares de cada cliente.

6. Como podem os clientes entrar em contacto com a Madeira Legacy?

Através do nosso site, email (sandra@madeira-legacy.com), telemóvel (+ 351 937 777 700), redes sociais (Facebook, Instagram, Pinterest), ou através dos nossos parceiros, que anunciam os nossos imóveis.

O nosso escritório encontra-se no centro do Funchal, mesmo junto à Rotunda do Infante, na seguinte morada: Avenida Arriaga, 50 Edifício Diogos II – 1º Andar, Salas 5 e 6 9000-064 – Funchal.

Contacte-nos e ponha-nos à prova 😉

Obrigada Madeira Legacy, votos de muito sucesso!


Disclaimer: Este artigo foi suportado pela Madeira Legacy.

Da Madeira para a Tailândia

“Da Madeira para a Tailândia “ – por Lito Fernandes

Conheci o Lito, há dois anos, através de um grande amigo em comum. Partilhamos a mesma paixão destemida pelas viagens e adoro as suas fotografias no Instagram ! Desafiei-o para deixar o seu testemunho no blog, da sua recente viagem à Tailândia.

Sem mais demoras, aqui vão as fotografias e o texto do Lito Fernandes.

– Porquê uma viagem à Tailândia?

A Tailândia não é uma estreia para mim. Já cá tinha estado em 2016 e deslumbrei-me por cada momento que este país tem para oferecer. Difícil mesmo foi aguentar 3 anos para poder visitar novamente esta preciosidade.

Wat Arun

Pileh Lagoon

– Que voos fizeste da Madeira para a Tailândia?

Tentei pesquisar por uma opção mais económica e mais rápida. Optei por voar para o Porto e apanhei um voo da Turkish Airlines para Banguecoque via Istambul. Depois, seguiram-se mais 3 voos domésticos, 2 com a Thai Airways e 1 com a AirAsia.

Grand Palace

– Qual o itinerário da viagem e em que hotéis ficaste na Tailândia?

Comecei por Banguecoque e fiquei três noites hospedado no Grande Centre Ploenchit Hotel.

Parti com destino a Krabi, para hospedar-me em Ao Nang, no hotel Panan Krabi Resort, durante 3 noites.

Ao Nang

Zarpei num ferry com destino a Ko Phi Phi Don, onde optei por ficar 2 noites no U Rip Resort.

Ko Phi Phi Don

Mais uma viagem de ferry e de volta a Ao Nang, fiquei novamente no Panan Krabi Resort por uma noite antes de voar para Chiang Mai, norte da Tailândia, por duas noites, no Hotel L Nimman.

De volta a Banguecoque e após uma breve escala aeroportuária, eis que regressei a Portugal.

– Quais foram os 3 pontos altos da viagem à Tailândia?

É sempre difícil eleger um Top 3 numa viagem repleta de fantásticas experiências mas aqui vão:

-Visitar o Sirocco Sky Bar com vista sobre a frenética cidade de Banguecoque.

– Contemplar o pôr-do-sol num long tail boat, nas ilhas Phi Phi.

 

-Conhecer um santuário de elefantes em Chiang Mai, foi um dos momentos altos da minha viagem. 

(Saiba mais sobre os santuários de elefantes )

– A melhor refeição?

Fui agradavelmente surpreendido com a cozinha tailandesa – os meus intestinos, desta vez, portaram-se bem – e foram muitas as refeições e os pratos que experimentei, mas rendi-me ao frango frito com cogumelos e cajus, acompanhado de arroz.

-A melhor noite?

A melhor noite foi no Stones Bar, nas Phi Phi. Festas na praia, com muitos jogos, música, calor e boa disposição.

-A melhor praia?

Long Beach, nas ilhas Phi Phi.

-O momento mais estranho da viagem?

Não houve nenhum momento demasiado bizarro, aliás, todos os momentos contam e valem pela experiência. No entanto, se tivesse que eleger um, diria que ter visto um peixe a ser pescado no rio imundo e contaminado de Banguecoque e saltar logo para a grelha deixou-me, deveras, muito nauseado…

-Próximo destino?

A próxima viagem será à Alemanha para visitar a família mas anseio fazer da Islândia a minha próxima grande viagem… não deverá faltar muito. 😊

Muito obrigado Lito! E que venham mais viagens!


Procura mais hotéis com desconto e excursões na Tailândia, veja estas ofertas:


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Obrigada pela vossa visita! 🙂

Da Madeira para Bali

“Da Madeira para Bali” por Joana Vieira

Apresento-vos um itinerário de uma viagem da Madeira até Bali, através da minha prima Joana Vieira, que lá esteve recentemente.

A Joana gosta de viajar, praticar exercício físico e reabilitar sorrisos.
É médica dentista e tem um dos sorrisos mais bonitos que conheço.

Dedica-se quase exclusivamente à estética dentária, e a sua prática clínica passa muito pela utilização de facetas cerâmicas (pequenas capas personalizadas em cerâmica, que são aderidas à parte da frente dos dentes). Permitem alterar o tamanho, a forma e a cor dos dentes, corrigindo imperfeições e tornando o sorriso harmonioso e renovado.

Aqui ficam algumas fotografias e o seu testemunho da sua última viagem – da Madeira para Bali:

Porquê uma viagem ao Bali?

A decisão de viajar até Bali passou pela curiosidade de conhecer uma cultura completamente diferente, num local paradisíaco, que tanto envolve cenários de praia, como de floresta e arrozais. Sabíamos que a ilha tinha hotéis espetaculares e decidimos experimentar vários, inseridos em distintos cenários.

Qual foi o trajeto de avião da Madeira para o Bali e quais as companhias aéreas?

Do Funchal para Lisboa voamos com a TAP. De Lisboa para Singapura (com escala em Munique) viajamos com a Singapore Airlines e ficamos 2 dias em Singapura. De Singapura para Bali voamos com a Silk Air.

Em que hóteis ficaram alojados?

Em Singapura ficamos no Hotel Jen Orchardgateway Singapore.

Em Bali / Uluwatu  ficamos no hotel Anantara Uluwato e em Ubud ficamos no Maya Ubud Resort & Spa e no Alila Ubud.

Também ficamos no Hanging Gardens of Bali.

Qual foi a melhor refeição/ restaurante de toda a viagem?

O Three Elements Restaurant do Hanging Gardens e o Bridges Bali, ambos em Ubud.

Uma história para contar ?

Aconteceram várias situações. Adorei a viagem de mota (obrigatório alugar) por uma estrada considerada principal mas cheia de pedregulhos, quase impossíveis de ultrapassar… A certa altura parecia mesmo impossível aquela ser a estrada principal. Chegamos a perguntar a um senhor que passou por nós e ele confirmou que era a estrada principal! Quando viajo gosto de estar livre,  sentir a cultura e estar à vontade. A viagem de mota deu-nos isso. Também tivemos num só dia 5 tremores de terra!!

O que mais te surpreendeu nesta viagem?

A zona idílica de Ubud e a forma perfeita como os hotéis estão inseridos na natureza, é mesmo incrível. Super seguro, pessoas simpáticas, espetacular!

O must Bali Swing!

Um grande beijinho Joana, venham mais viagens e muito obrigada! ♥

PS- Podem acompanhar o trabalho da Joana no seu instagram @joanavieira_dds e no da clínica onde trabalha em exclusividade @md_klinic .


Que outros hóteis existem em Bali ?

Booking.com

O que fazer em Bali?

Até breve e obrigada por lerem este blog! ♥