Month: agosto 2015

Paris para 2, 40 dicas

“Ela gostava de estar em Paris, cidade favorável para os amantes, onde os motoristas de táxi não interrompem um beijo …” Anais Nin Cada reunião é como a primeira vez; descoberta e emoção. Nunca me canso de Paris; há sempre um novo bairro para encontrar um novo local para relaxar, um novo grafiti para admirar … e depois há o Sena, este rio de histórias para contar, que nos transporta para um outro século. Desligo da realidade. Os sons de Paris … o movimento de Pigale e os seus moinhos, os cliques de câmaras que disparam frente ao Moulin Rouge, os barcos rio abaixo, os músicos do metro, os turistas sentados nos degraus de Montmartre e as vozes dos vendedores que vendem torres Eiffel em miniatura que piscam. As cores de Paris, rosa (como é lá a vida), os relvados verdes, os telhados cinzentos, o lago no Jardim das Tulherias e as lojas multi-coloridas como Pylones. E, claro, o cheiro de “Nutella Crepes”; que vício! Deixo-lhe aqui 4o dicas para um fim de semana a …

Se Santorini falasse…

Se Santorini falasse, contava-vos que aqui a vida é azul, celeste, da cor do céu, do mar e das 365 cúpulas das igrejas que existem nesta ilha (1 para cada dia do ano). Santorini é o muito que resta da erupção vulcânica, que formou esta enorme caldeira, que parece um lago e à volta da qual, se localizam as pequenas vilas desta ilha. Santorini tem cerca de 15 000 habitantes. A capital da ilha, é Fira. A principal fonte de receita é o turismo e a produção de vinho. Santorini vem do nome Santa Irene, mas o seu nome official é Thera que significa “ a mais linda”. As praias são de areia negra à excepção de duas, uma de areia branca e outra vermelha (dependem da camada geológica a que estão expostas). Fazem-se passeios de barco até à cratera do vulcão. Podemos nadar nas águas vulcânicas, 5 graus mais quentes. Oia é a vila mais antiga, lindíssima mas a abarrotar de gente, sobretudo das excursões que chegam dos cruzeiros, dos casais em Lua de …

things to do in lisbon

Lisboa a 2

  O que fazer em Lisboa? Os meus primos Justi & Roberto passaram recentemente férias em Lisboa; uma semana no Bairro Alto. Esta não foi a primeira vez que foram a Lisboa, já nos dias da universidade lá viveram, mas em diferentes áreas da cidade (Benfica, Avenidas Novas, Graça) mas para eles, nada se compara com a intensidade de viver no centro de Lisboa frenética. Aqui estão as suas sugestões divertidas do que fazer em Lisboa: Dormir em Lisboa: Num Alojamento Local no Bairro Alto, pelo preço, pela centralidade e pela possibilidade de deslocarmo-nos a pé para as zonas onde “tudo acontece” (Príncipe Real, Chiado, Baixa de Lisboa e Cais do Sodré). Existem alguns alojamentos com excelente classificação tal como o Rent4rest, que está bem localizado pois fica numa rua mais calma, porém muito próxima do centro da actividade nocturna. Reserve aqui. Ao contrário do que muitos possam pensar, a zona é muito segura (um amigo emprestou-nos um smart cabriolet, que estacionávamos nas ruas adjacentes, e não sofreu nenhum tipo de vandalismo) e, para além …

Encontro com os Locais – Justi & Roberto

Estes meus primos de estimação, são daqueles casais que me inspiram diariamente. O Roberto é aquele irmão emprestado, o meu primo mais novo (ainda por cima vizinho) que de tão bonzinho que era, fazia o favor de brincar comigo às barbies desde que eu, em troca, jogasse ao Chuckie Egg no Zx Spectrum… Esfolavámos os joelhos a andar de bicicleta na Contrata (Caniço de baixo) e tínhamos o clube dos detetives onde desvendávamos “mistérios inexistentes”- a piada consistia, sobretudo, em fazer os cartões de sócio e determinar por votos em papelinhos dobrados, quem era o Chefe. Depois passaram-se anos, seguimos caminhos diferentes e hoje é com muito orgulho e euforia que assisto aos seus concertos; fabulosos, os Akoustic Junkies. A Justi é daquelas pessoas que se gosta logo à primeira. O seu sorriso, simplicidade, sinceridade e alegria são no mínimo contangiantes. Responsável, determinada e com aquele “saber viver”, são só apenas alguns dos adjectivos que a caracterizam. Gosto tanto de vê-los juntos, na vida, nos concertos, nas viagens ou nos selfies espontâneos. Gostam de passear pela ilha, festejam aniversários e a noite madeirense não seria a …

Diários de Calcutá – A viagem à Índia.

Diários de Calcutá A partida. De sorriso nos lábios, lá parti eu rumo à minha Índia. Já nos tratamos assim, no tom informal. Funchal – Londres – Bombaim – Calcutá. Foram 27 horas de viagem. Chegada a Bombaim. 34 ºC e chove muito. Mesmo ao lado do aeroporto jaz o maior bairro de lata do Mundo. Para quem viu o filme “Quem quer ser milionário”, sabe a que me refiro. Um mar infinito de telhados azuis, “encavalitados” num monte. Os arranha-céus de Bollywood mesmo ao lado. Um país de contrastes, tal como eu esperava. Assim que se sai do avião, sente-se um cheiro molhado, abafado e quente. Depois o ar condicionado encarrega-se de o retocar. Espera-nos uma pausa de 6 horas entre voos. A tentação de sair do aeroporto é muita, mas a chuva e o receio de apanhar muito trânsito e de perder o único voo de ligação do dia, faz-nos recuar e esperar pelo próximo voo. A chegada.   À saída do aeroporto, espera-me uma confusão de táxis amarelos e azuis, tuk-tuks, carros, …